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Rum envelhecido da Madeira ronda os 100 euros garrafa no mercado internacional.

Presidente do Governo Regional visitou a Companhia de Engenhos do Porto da Cruz, onde assistiu à apresentação um novo produto e de duas novas marcas. Miguel Albuquerque defendeu a valorização e criação de mais valor acrescentado do rum da Madeira, já considerado pelos especialistas como um dos melhores do mundo 30-05-2022 Presidência
Rum envelhecido da Madeira ronda os 100 euros garrafa no mercado internacional.

«Os grandes provadores internacionais consideram o rum agrícola da Madeira um dos melhores runs do mundo. O rum envelhecido da Madeira atinge, neste momento, valores de mercado de 100 euros a garrafa. E temos, nesse sentido, de continuar a valorizar o nosso rum e a criar valor acrescentado».

O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, visitou na tarde de hoje, segunda-feira, a Companhia de Engenhos do Porto da Cruz, por ocasião da apresentação de duas novas marcas de rum e um novo produto dirigido à restauração.

O Chefe do Governo disse ser necessário aproveitar o facto de, na Europa, depois do gin, o rum ser a bebida espirituosa da moda, no sentido de diversificar a oferta nos mercados internacionais e criar ainda mais valor acrescentado.

Albuquerque recorda que, para além da qualidade do produto regional, foram realizadas nos últimos anos ações de promoção junto de especialistas oriundos do Continente, Bélgica, França e Itália, envolvendo, por exemplo, a visita às empresas produtoras, tendo em vista o aprofundar do conhecimento acerca das especificidades produtivas do produto regional, tendo em vista a sua internacionalização.

A Companhia de Engenhos do Porto da Cruz, uma das seis empresas recetoras e transformadoras de cana-de-açúcar na Região, apresentou hoje, como referido, um novo produto – rum em spray –, com aplicações a nível gastronómico, que tem sido bem acolhido por Chefs.

Trata-se de um rum em garrafa de pequena dimensão – 100 mililitros – com pulverizador. A par do novo produto, a empresa apresentou dois novos runs. Um com uma só variedade de cana-de-açúcar, a cana roxa, e um outro engarrafado conforme sai da produção, com um grau de 79,5%.

Miguel Albuquerque salientou a importância da produção de cana, não só para o rum, mas também enquanto produto imprescindível à doçaria regional – broas e bolo de mel, por exemplo -, estando, assim, ligado à nossa tradição e cultura.

Em relação ao rum agrícola, o líder do Executivo disse que a Região não tem capacidade para produzir em quantidade, pelo que a aposta deve assentar na qualidade como, de resto, se vem verificando.


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