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Fundo de apoio às empresas e aos trabalhadores já em janeiro

Miguel Albuquerque quer ter um fundo pronto a apoiar as empresas e a garantir o emprego e os rendimentos das famílias já no início do próximo ano. O governante fala em medidas excecionar a tomar, garantindo que, enquanto for presidente do Governo, tudo fará para que a Economia da Região continue a funcionar. 30-09-2020 Presidência
Fundo de apoio às empresas e aos trabalhadores já em janeiro

O presidente do Governo Regional anunciou hoje que a Região terá um plano para a Economia, com fundos para garantir empresas a funcionar, a empregabilidade e o rendimento dos trabalhadores, no início do próximo ano. As medidas visam fazer face aos condicionamentos da pandemia junto dos tecidos económico, laboral e social.

Miguel Albuquerque falava à margem de uma visita a uma bananicultura na Ribeira Brava. Questionado pelos jornalistas, Miguel Albuquerque confirmou que o Presidente da República lhe transmitiu que, no final de uma reunião entre os dois, o aval era assunto resolvido. «Não se justificaria o contrário, porque não tem qualquer ónus para o Governo da República, mas para a Madeira é importante porque vem reduzir em muito os juros que temos a pagar», disse.

O líder madeirense espera agora ver o assunto rapidamente concretizado, até porque precisa de fechar esta operação de financiamento, porque há a cobrir custos de Saúde e a perda de receitas, que já vai em 195 milhões de euros.

«E tenho de, já neste Orçamento, utilizar parte das verbas para criar, já a partir de janeiro, um fundo regional de apoio às empresas», anunciou.

Miguel Albuquerque afirmou ainda notar que as pessoas estão com uma expetativa relativamente ao futuro quadro plurianual e também ao Fundo de Recuperação e Resiliência, só que, lembra, «o hiato que vai mediar entre este (bom) anúncio e a concretização no terreno das verbas de apoio é longo». «São muitos meses. Estamos a falar de quase oito meses! No mínimo. Será em maio ou junho…», recordou.

«O que equivale a dizer que face à situação em que a nossa Economia está, sobretudo devido ao condicionamento que a atividade turística está a ter, o Governo será obrigado a tomar medidas excecionais de apoio às empresas, no sentido de garantir a empregabilidade e o rendimento dos trabalhadores», explicou.

Porque, enfatiza, há que «evitar este efeito destrutivo, que seria fatal, de as empresas ficarem sem cash flow, entrarem em insolvência e fecharem».

Neste sentido, salienta ser fundamental «manter a rentabilidade, o rendimento dos trabalhadores e as empresas a funcionar, até à retoma da Economia e à própria canalização das verbas de apoio comunitário».

E a concluir, a garantia: «Quero deixar muito claro que, enquanto eu estiver à frente do Governo, vou fazer tudo para manter a Economia a funcionar».


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