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Albuquerque agradece empenho e dedicação dos Vigilantes da Natureza

O presidente do Governo Regional fez hoje questão de agradecer pelo exercício exemplar de funções e a forma empenhada e dedicada como todos os profissionais do Corpo de Vigilantes da Natureza as realizam. 02-02-2022 Presidência
Albuquerque agradece empenho e dedicação dos Vigilantes da Natureza

Miguel Albuquerque falava, nos Jardins da Madalenas, durante a cerimónia que assinalou o Dia do Vigilante da Natureza, tendo aproveitado para realçar que «a Madeira, hoje, está na vanguarda da preservação da Natureza». «Mais de 65% da sua área terreste é área protegida e perto de 90% da área marítima tem estatuto de proteção», sublinhou.

Por outro lado, o governante lembrou que o seu Executivo teve, há pouco tempo, «o arrojo de aumentar a área de reserva das Selvagens, para 2.667 quilómetros quadrados, ou seja, 27 vezes mais do que a área protegida anterior, tendo a Madeira, neste momento, e Portugal, a maior área de reserva atlântica da Europa».

Segundo o líder madeirense, «é fundamental perceber-se que esta preservação, este exercício político de preservar o que nos foi legado, é um exercício de responsabilidade e de civilização».

Miguel Albuquerque voltou ainda a defender o imperativo ético de legar às novas gerações um mundo melhor do que aquele que recebemos. «Hoje temos os meios e as formas para preservar os ecossistemas, marinho ou terrestre, e devemos fazê-lo com acuidade e com responsabilidade», acrescentou.

Porque, disse ainda, «só assim poderemos ter uma melhor qualidade de vida, de legar às novas gerações uma melhor qualidade de vida».

Paralelamente, dirigindo-se ao Comandante Operacional da Madeira, major-general piloto aviador António Temporão, presente na cerimónia, o presidente do Governo lembrou que o Corpo de Vigilantes tem, no seu quadro de competências e funções, a preservação e o resguardo de áreas de soberania nacional (Desertas e Selvagens).

E, fez questão de realçar, «o contributo que a Madeira dá no resguardo, na salvaguarda destas áreas fundamentais do exercício de soberania nacional, deve-se, em primeiro lugar, ao empenho, à dedicação e ao profissionalismo dos Vigilantes da Natureza».

Porque, defendeu, para ser um Vigilante da Natureza não basta ter uma carreira, é preciso ter uma vocação inata para o fazer.

Nesse sentido, fez questão de reiterar ao Comandante Operacional que a Madeira, quer através do Corpo de Vigilantes da Natureza, quer através da Polícia Florestal, «exerce essas funções de forma dedicada e empenhada, sendo hoje a Madeira um paradigma, um exemplo a nível não só nacional como também europeu».


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