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40% da faixa corta-fogo do Funchal já foi intervencionada

O Governo Regional vai continuar a apostar na criação de faixas corta-fogo, de modo a garantir uma maior segurança da cidade e um combate mais eficaz aos incêndios. A garantia foi hoje deixada por Miguel Albuquerque, durante uma visita a trabalhos que decorrem no Caminho dos Pretos, de execução de uma dessas faixas. 24-06-2022 Presidência
40% da faixa corta-fogo do Funchal já foi intervencionada

O presidente do Governo Regional considera fundamental demonstrar o «trabalho monumental que se está a fazer no sentido de aumentar as faixas corta-fogo, sobretudo na zona circundante à cidade do Funchal».

As faixas corta-fogo abrangem 640 hectares, sendo que 40% da área já está intervencionada, conforme salientou.

Foram retiradas as plantas infestantes (sobretudo eucaliptos e acácias), construídos mais três quilómetros de caminhos florestais e instalada uma rede hídrica (com vinte pontos de água) de combate a incêndios, com um depósito de 1,5 milhões de litros, que abarca toda a zona intervencionada.

No caso dos caminhos florestais, o governante considera-os fundamentais no combate aos incêndios.

Uma das áreas de intervenção prioritária é a que hoje visitou, no Caminho dos Pretos, com 32 hectares, «de onde foram retiradas todas as infestantes, que foram substituídas por plantas menos combustíveis, como os castanheiros e as faias, e onde foram construídos caminhos florestais, que ajudarão os bombeiros, em caso de incêndio».

Miguel Albuquerque aproveitou ainda a visita para apelar aos madeirenses, sobretudo aos que vivem nas zonas mais altas, para que limpem os terrenos em volta das suas casas.

O governante diz que, na generalidade, os proprietários que não limpam os seus terrenos, fazem-no por dificuldades económicas.

«O que estamos a fazer é realizar investimentos massivos na aquisição de terrenos – e grande parte deles foram adquiridos e doados por um conjunto de empresas, às quais agradeço. Mas, este é um trabalho muito difícil», salienta.

A concluir, reforçou ser fundamental criar as faixas corta-fogo. «No Monte, isso já está feito… Em São Roque também e depois há que manter estas áreas», concluiu


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