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«Apoios às empresas permitiu manter empregos e empresas a funcionar»

O presidente do Governo Regional recordou hoje os vários apoios que têm sido dados às empresas e aos trabalhadores, tendo em vista dar resposta à crise provocada pela pandemia. Só para a Secretaria da Economia, lembra, foram afetados 232 milhões de euros, aos quais se candidataram 13.083 entidades. Um apoio muito bem entregue, sublinhou, que permitiu que as empresas continuassem abertas e se mantivesse os postos de trabalho. 26-08-2021 Presidência
«Apoios às empresas permitiu manter empregos e empresas a funcionar»

Verbas que, realça Miguel Albuquerque, foram cruciais para ajudar o seu funcionamento e para conseguir manter os 57 mil postos de trabalhos das empresas em questão.

O líder madeirense lembra que está a acompanhar a par e passo a situação do sector empresarial – e neste âmbito se insere o roteiro que vem fazendo junto das empresas e que hoje teve mais um capítulo, com a visita à empresa Capio. E lembra que a dotação da Secretaria da Economia foi de 232 milhões de euros para 2020 e 2021, numa linha que registou 13.083 candidaturas e que foi essencial para suportar e conseguir manter os 57 mil postos de trabalho destas empresas.

Miguel Albuquerque sublinhou ainda que a Secretaria da Economia apoiou, através do IDE, em 185 milhões de euros as empresas da Região, «num esforço gigantesco do Governo, para fazer face à crise pandémica e à paralisação económica que esta originou».

Para além disso, recorda, foi proporcionado um complemento remuneratório aos trabalhadores, através da Segurança Social, de 18 milhões de euros e ainda um outro, extraordinário, através do Instituto do Emprego, de mais 7 milhões de euros. «E ainda apoiamos através do lay-off as empresas em 72 milhões de euros», elucidou.

O presidente do Governo Regional lembra ainda a isenção de rendas de espaços comerciais e habitacionais, medida através da qual beneficiou 18 mil cidadãos. Em 2020 os apoios foram de 3,370 milhões euros e o apoio, até agora, é de 3,297 milhões de euros

«Foi um dinheiro muito bem empregue, porque mantivemos as empresas a funcionar. Não houve falências, nem encerramento de empresas e mantivemos os postos de trabalho», salientou


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