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ARAE vai fiscalizar discotecas no fim-de-semana para evitar fraudes com certificados de vacinação

Está a haver fraudes nos certificados de vacinação apresentados nas discotecas, assumiu o presidente do Governo Regional. Que, de imediato, anuncia combate a essas fraudes, com forte presença da ARAE a partir deste fim-de-semana. Os prevaricadores serão autuados! Quanto à participação em festas como a dos finalistas, só com teste à COVID realizado. 08-11-2021 Presidência
ARAE vai fiscalizar discotecas no fim-de-semana para evitar fraudes com certificados de vacinação

A ARAE vai estar em peso nas discotecas da Madeira já a partir do próximo fim-de-semana., anunciou, na tarde de hoje, o presidente do Governo Regional. O objetivo é combater fraudes, nomeadamente as relacionadas com certificados de vacinação falsos, nas entradas naqueles estabelecimentos, que estão a acontecer.

Quem cometer fraude, avisou, será autuado! Para entrar nas discotecas, lembra, há que ter as duas doses de vacina tomadas.

Falando à margem da visita à empresa Lobosteel, no concelho de Câmara de Lobos, Miguel Albuquerque diz ter tido conhecimento de infrações desde que as discotecas abriram, com pessoas a apresentarem certificados falsos para poderem entrar.

O líder madeirense afirma que não tolera facilitismos…. Ao mesmo tempo reforça que eventos como festas dos finalistas só serão abertos a quem se apresente com teste (PCR ou antigénio) à COVID realizado. Mesmo os que tenham já as duas doses de vacinação.

«Houve algum facilitismo neste último fim-de-semana e o facilitismo é péssimo para aquilo que nós pretendemos. Não queremos perseguir ninguém nem colocar em causa os negócios; queremos é manter a sociedade a funcionar, com um mínimo de regras preventivas, para as pessoas terem a possibilidade de desenvolverem os seus investimentos, os seus negócios, sem termos de voltar para trás. Esse é o nosso objetivo», lembrou.

Reforçando que «ninguém tem saudades de ter a Região com atividades fechadas», o líder madeirense sublinhou que todas as pessoas têm de perceber que isto é do interesse de todos. «Tivemos excelente comportamento durante a pandemia e não podemos estragar agora. A pandemia ainda não acabou», exortou.

Miguel Albuquerque sublinhou ainda que «os efeitos da COVID numa pessoa vacinada não têm os efeitos devastadores que têm numa pessoa que não está vacinada». Aliás, sustenta, «vários dos casos são assintomáticos, como aconteceu num Lar, em Gaula».

«Com o número de casos que tivemos, temos apenas 10 pessoas internadas no Hospital e destas duas nos Cuidados Intensivos. Portanto, o que é necessário é prosseguirmos uma política de vacinação intensiva», defendeu.

Neste sentido, diz ser preciso continuar a apelar às pessoas para se vacinarem e que as pessoas com mais de 60 anos ou que tenham patologias associadas tomem a terceira dose.


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