Este sítio utiliza cookies para facilitar a navegação e obter estatísticas de utilização. Poderá consultar a nossa Política de Privacidade aqui.
Pesquisar

«Portugal tem de ganhar esta batalha da transição para a economia digital»

Miguel Albuquerque não tem dúvidas de que Portugal tem de saber aproveitar a transição para a economia digital em curso, de modo se tornar num dos países mais competitivos e mais aptos a ganhar esta batalha da nova economia. E acrescentou que o País tem jovens altamente qualificados e com capacidade tecnológica, preparados para enfrentar o desafio que as novas tecnologias trazem. 13-05-2022 Presidência
«Portugal tem de ganhar esta batalha da transição para a economia digital»

O presidente do Governo Regional falava hoje, na apresentação da Associação Portuguesa de Parques Empresariais, no salão nobre do Executivo, onde também esteve o secretário de estado da Internacionalização, Ivo Cruz.

Ministro ao qual elogiou o discurso e a visão de defender que Portugal tem de se posicionar rapidamente para ser um recetor de investimento estrangeiro.

O chefe do Executivo madeirense defendeu ser fundamental para o País e para a Região reforçar as parcerias com as universidades e com os grandes centros de investigação internacionais e ainda introduzir mecanismos fiscais e outros (mais relativos ao mercado, de desburocratização) que incentivem as grandes empresas a se fixarem por cá.

O governante colocou a tónica no facto de termos uma nova geração, muito bem preparada para enfrentar o desafio digital e tecnológico, algo muito díspar e distante da realidade encontrada em 1976, aquando da Autonomia, altura em que 50 por cento dos portugueses eram analfabetos, sendo ainda pior na Madeira, que chegava aos 60 por cento.

Miguel Albuquerque recordou ainda que as 10 principais empresas mundiais da atualidade são tecnológicas, num claro sinal do que será o mundo e a sua economia, defendo que Portugal não pode ficar para trás, não se pode deixar atrasar.

O presidente do Governo Regional acentuou também as vantagens de uma economia digital, que esbate as fronteiras e não implica escala de mercado, onde tudo é feito na rede, permitindo às empresas portuguesas o mesmo acesso do que outras colocadas em mercados mais centrais.

Outro aspeto relevado por Miguel Albuquerque prende-se com as mais-valias ambientais desta nova economia, que vai permitir a desmaterialização, concentrando em menos e mais pequenos objetos uma série de produtos, e ainda a capacidade de se produzir novos produtos com menos matéria--prima, fazendo com que se preserve recursos naturais e se liberte menos poluentes.

O líder madeirense diz não haver dúvidas de que será a ciência e a tecnologia a impedir a catástrofe ambiental que se anuncia.

Miguel Albuquerque aproveitou ainda para salientar o papel que o CINM pode ter na atração dessas empresas, dando como exemplo dessa atratividade o Registo Internacional de Navios, que cresceu 800% desde 2013 para cá.

O presidente diz que o reduzir a carga fiscal e alterar o regime fiscal é importante para atrair essas novas empresas, mas refere que há outras questões a considerar, como a desburocratização, lembrando leis que já vêm do século XIX. E eu como exemplo a flexibilização dos horários no MAR, de modo a acompanhar os diferentes fusos internacionais, permitindo o registo imediato das operações, seja a que horas for e tornando o Registo mais competitivo. Tem de funcionar durante 24 horas,

A finalizar, o governante, dirigindo-se ao secretário de Estado da Internacionalização, sublinhou que na Madeira trabalha-se muito e bem em todas as áreas, frisando que o Governo da República pode contar com a Região para ajudar a fazer crescer e a enriquecer o País.


Anexos

Descritores