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“Apoiar as empresas é a única forma de manter a economia em funcionamento” 

Presidente do Governo recordou hoje que o empréstimo contraído pela Região será totalmente utilizado para apoiar a economia e a área social, designadamente o setor da Saúde  02-02-2021 Presidência
“Apoiar as empresas é a única forma de manter a economia em funcionamento” 

O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, visitou terça-feira, 2 de fevereiro, a MCI, uma empresa do setor da informática, tendo, no decurso da mesma, sublinhando o facto de, no cenário atual, – economia profundamente afetada por uma crise de saúde pública – ser imprescindível a “máquina pública” apoiar as empresas, por forma a assegurar, não só a sua sobrevivência, mas também os postos de trabalho. 

O Chefe do Governo disse que o seu Executivo tem procurado estar próximo dos empresários, por forma a melhor conhecer as suas necessidades e melhor adequar e canalizar os apoios implementados. 

“Todos temos de estar mobilizados para aguentar a economia da Madeira, para aguentar as empresas, garantir a empregabilidade e garantir a continuidade de produção de riqueza na nossa sociedade”, afirmou Miguel Albuquerque. 

Nesse sentido, o líder do Executivo defende que a Região tem sabido acompanhar e implementar respostas, ainda que reconheça algumas dificuldades, designadamente burocráticas – por razões de segurança dos dinheiros públicos – o que atrasa processos e, pontualmente, junto de Bruxelas, como foi o caso do pedido de autorização para majorar apoios. 

Não obstante, e perante um ano que, como reconheceu, será difícil, Miguel Albuquerque vincou que o seu Governo teve de pôr a máquina pública no apoio às empresas privadas porque, com a contração do mercado, é a única maneira de manter a economia em funcionamento. 

“Como já foi anunciado, este empréstimo que contraímos de 500 milhões de euros vai ser quase totalmente utilizado nestes apoios à economia e à parte da saúde”, recordou o governante. 

A indústria hoteleira, turística e todas as atividades conexas – restauração, animação turística – são as atividades mais afetadas na Região, num momento em que os principais mercados emissores – Alemanha e Inglaterra – se encontram parcial ou totalmente fechados. 

O Presidente do Governo manifestou-se convicto que a Região ultrapassará a atual conjuntura com a gradual abertura e resolução da crise sanitária. 


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