Este site utiliza cookies para uma melhor experiência de navegação. Ao navegar está a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de cookies aqui.
Pesquisar

Bom trabalho da Santana Cidade Solidária e lares são para concessionar às IPSS

Miguel Albuquerque elogiou hoje o trabalho da associação Santana Cidade Solidária, junto dos mais carenciados, sobretudo a população idosa do concelho, mas também em outras vertentes sociais. O presidente do Governo Regional defende que a gestão privada de lares e outros espaços vocacionados para a área social, sobretudo no âmbito da Terceira Idade, deverão ser dados, para benefício dos utentes, em concessão a IPSS. 24-08-2021 Presidência
Bom trabalho da Santana Cidade Solidária e lares são para concessionar às IPSS

O presidente do Governo Regional visitou hoje a sede da associação Santana Cidade Solidária, que foi requalificada pela Secretaria Regional dos Equipamentos e Infraestruturas, permitindo a sua total beneficiação e ainda a criação de outros espaços.

O líder madeirense, aos jornalistas, relevou que «a Associação Santana Cidade Solidária tem feito um extraordinário trabalho em Santana». «Tem a gestão do lar. E há ainda ao polo de emprego, que tem sido muito importante, ao canalizar muitas pessoas para postos de trabalho, sobretudo nas áreas da hotelaria e da restauração; lembrou.

«Tem ainda um papel muito importante no apoio aos cidadãos mais vulneráveis do concelho de Santana. É um trabalho desenvolvido há 19 anos. Algumas medidas desta IPSS são inovadoras. Por exemplo, têm uma lavandaria social, que foi a primeira da Madeira. Há ainda um trabalho de proximidade relevante, por parte dos seus colaboradores. E um trabalho muito humano», acrescentou.

Um trabalho que Miguel Albuquerque quer ver alargado a outros lares e espaços sociais, lembrando que há outras IPSS a fazerem igualmente um trabalho notável.

«Vamos dar os lares a concessão, para as IPSS gerirem. É muito importante considerar-se a relação custo/prestação de serviço. Já abrimos o concurso para o futuro lar e centro de dia de São Jorge e vamos fazer o mesmo noutras áreas e noutros concelhos», explicou.

O governante recorda que, no Continente, aliás, a maior da gestão dos lares é feita pelo regime de concessão. «Nós temos alguns públicos, mas não tenho dúvidas de que face à especialização da área, este modelo de concessão a IPSS é uma boa solução para melhorarmos a nossa capacidade de resposta à população carenciada, sobretudo ao nível dos idosos», concluiu.