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Governo está a cumprir com a recuperação da Ponta Delgada e da Boaventura

Miguel Albuquerque diz que os propósitos de recuperação das freguesias da Ponta Delgada e da Boaventura, após a intempérie de 25 de dezembro de 2020, estão a ser cumpridos. Parte das obras estará concluída até abril. 22-12-2021 Presidência
Governo está a cumprir com a recuperação da Ponta Delgada e da Boaventura

O presidente do Governo Regional diz que as obras de recuperação de acessos rodoviários, em curso na Ponta Delgada, deverão estar prontas até finais de abril do próximo ano. Os trabalhos, lembrou, estão a decorrer bem.

Miguel Albuquerque falava, nesta manhã de quarta-feira, na Ponta Delgada, no Entroncamento das Lombadas, um dos sítios mais afetados, a 25 de dezembro de 2020, pelas fortes chuvadas que provocaram elevados prejuízos em infraestruturas públicas e privadas.

O líder madeirense – acompanhado pelo secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, pelo edil de São Vicente e por autarcas da Ponta Delgada e da Boaventura (freguesias atingidas) – deslocou-se ao local onde decorrem quatro das principais obras de intervenção, avaliadas em quatro milhões de euros e que fazem parte de um conjunto mais alargado de obras orçadas, no seu total, em cerca de 17 milhões de euros.

«As que ocorrem no sítio dos Lameiros e nas Lombadas deve estar pronta em março e a do sítio dos Lagares, na estrada regional, junto ao mar, em abril», anunciou.

Miguel Albuquerque considera que, assim, aqueles que foram os objetivos traçados pelo Governo, pela Câmara de São Vicente e pelas Juntas de Freguesia da Ponta Delgada e da Boaventura, estão a ser cumpridos.

«Nós acabámos por ter muita sorte por não ter havido vítimas mortais, na sequência das chuvas torrenciais que assolaram as duas freguesias, no dia 25 de dezembro do ano passado. Poderia ter acontecido aqui uma tragédia», desabafou.

Para além das obras privadas, que incluíram ainda investimentos ao nível do desassoreamento de cursos de água e reposição de levadas e veredas, bem como de muros de proteção, o Governo Regional colaborou ainda na recuperação de habitações privadas.

«Neste momento, está praticamente tudo resolvido. Já não há desalojados…. Agora, estamos a proceder às obras infraestruturais, que implicam um investimento muito maior e obrigam a trabalhos de maior complexidade», explicou.

O governante recusa-se a falar em segurança a 100%, lembrando que na Madeira nunca o podemos fazer, dada a nossa orografia e os níveis de pluviosidade. Mas, acentuou, «estes trabalhos visaram diminuir ao máximo esses riscos».

«Quero ainda sublinhar que foi fundamental termos a via rápida… permitiu-nos termos acessos alternativo às duas freguesias», disse.


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