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Governo já iniciou contactos com as cooperativas de habitação

Miguel Albuquerque anunciou hoje que o Governo Regional, através da IHM, está já a contactar todo o sector cooperativo para incentivá-los a colaborarem com a aposta que a Região pretende fazer ao nível da habitação cooperativa. 07-07-2022 Presidência
Governo já iniciou contactos com as cooperativas de habitação

«Como sabem o Funchal, sobretudo, e Câmara de Lobos tiveram um grande crescimento, nos anos 90, da habitação cooperativa. É algo que deve ser estimulado, tanto no sector público como no sector privado. Porque a legislação permite que o Governo possa conceder avais aos empréstimos que são feitos pelas cooperativas, possa disponibilizar terrenos e possa garantir acesso alargado, nomeadamente às cooperativas de custos controlados, a benefícios fiscais».

Apoios que, na prática, lembrou, «significam uma redução no preço final da habitação entre 20 e 30%.

O presidente do Governo Regional, que falava durante a apresentação do projeto imobiliário da “Varino”, na Estrada Monumental, anunciou ainda que a Região tem «ainda em carteira um programa, que quer conjugar com o sector cooperativo na Madeira, que é o PRAHABITAR, que visa uma ajuda financeira, a fundo perdido, a casais que procedam à aquisição de habitação a custos controlados». Esse fundo, enalteceu, «poderá beneficiar até 20% a habitação desses casais».

Por outro lado, destacou que a Região já realizou os procedimentos, através da IHM, para «a aquisição de 533 habitações, feitas por privados». Neste momento, «estamos já no processo de aquisição de 177 habitações em Câmara de Lobos, 138 no Funchal, 84 em Santa Cruz, 36 em Machico, 30 na Ponta do Sol, 30 no Porto Santo, 20 em Santana e 18 em São Vicente».

«Estamos ainda a iniciar, aproveitando terrenos do Governo Regional, processos para construirmos mais 270 habitações na Calheta, na Ribeira Brava e no Porto Moniz e ainda mais algumas no Funchal. Isso significa que toda a ilha ficará coberta», sublinhou.

Segundo o governante, aquelas «habitações serão atribuídas às famílias e, sobretudo, aos jovens casais, em regime de arrendamento acessível». «Pagarão renda consoante o seu rendimento e passados alguns anos poderão adquirir a sua habitação, através do sistema de renda resolúvel», explicou.


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