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Albuquerque e bastonária dos Contabilistas defendem mais condições para o CINM atrair novas empresas

Miguel Albuquerque e Paula Franco, a bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados (que elogiou as Contas Públicas da RAM, dizendo estar muito à frente das contas nacionais), convergiram hoje na defesa do Centro Internacional de Negócios da Madeira e na sua importância para cativar investimento estrangeiro e atrair novas empresas (e postos de trabalho) para o País. 22-04-2022 Presidência
Albuquerque e bastonária dos Contabilistas defendem mais condições para o CINM atrair novas empresas

O presidente do Governo Regional falava para uma plateia cheia, no Museu Empresa de Eletricidade, no Funchal, no âmbito da I Cimeira Insular de Contabilistas Certificados.

Num discurso marcado pela necessidade de a Região e o País acompanharem as evoluções tecnológicas e se prepararem e às suas populações para a nova economia digital que ai vem, Miguel Albuquerque disse ser fundamental «garantir as mesmas condições de atratividade para o CINM que outros centros internacionais de negócios localizados na Europa já oferecem, como é o caso da Holanda».

O líder madeirense disse mesmo não ter «problemas em abrir o capital do CINM a qualquer organismo do Governo português que esteja interessado, porque a Madeira é território nacional e o que corre bem na Madeira, em termos de captação de investimento e de internacionalização, é bom também para o País».

«Temos de, em diálogo com o Governo nacional, de fazer todos um esforço para garantir condições de atratividade fiscal, para uma Economia competitiva para o futuro», sublinhou.

Desta forma, acrescentou ser fundamental criarmos todas as condições para «atrair os grandes hubs tecnológicos». São esses, lembrou, que vão liderar o futuro da Economia mundial.

Por seu turno, a bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados defendeu que o Centro Internacional de Negócios da Madeira deve ser salvaguardado, acrescentando mesmo não fazer sentido Portugal acabar com a Zona Franca que tem.

A bastonária defendeu que «enquanto houver outras zonas francas, não faz sentido Portugal acabar com a Zona Franca que tem», defendendo ser crucial garantir-se que aquela se mantém com condições de atratividade.

Lembrou ainda que se deixar de haver o atual regime, favorável, as empresas vão abandonar o CINM e deslocarem-se para outros locais.

«Isto tem de ser dito de forma realista: não vai aumentar a receita fiscal se acabar a Zona Franca, vai é diminuir a receita fiscal. O CINM é uma forma de atrair investimento», alertou