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"Madeira precisa de um novo olhar da República"

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, aproveitou esta manhã, a Sessão Solene Comemorativa dos 519 Anos do Município da Ponta do Sol, para afirmar que a Região precisa de “um novo olhar do Governo da República sobre a Madeira”. 08-09-2020 Vice-Presidência
"Madeira precisa de um novo olhar da República"

Pedro Calado diz que “não podemos estar esquecidos das políticas de recuperação económica do país”, nem “podem apresentar um plano de recuperação económica nacional, esquecendo a Madeira”.

Tal como afirmou, “não podem vir apresentar uma solução teórica, sem qualquer ligação à realidade. Porque para a eficácia de um plano desta natureza, é preciso que haja uma execução prática e, quanto a isso, não acrescentou nada. Não podem vir à Madeira prometer coisas que, depois não cumprem, como foi o caso do ferry, o subsídio de mobilidade e a falta de solidariedade institucional e de integração política nacional.

Para o vice-presidente do Governo Regional, é preciso que a Região seja ouvida “e é preciso que a nossa voz seja respeitada pelo Governo da República”, rematou.

Na oportunidade, Pedro Calado recordou, igualmente, os importantes investimentos realizados pelo Governo Regional na Ponta do Sol, “seja na educação, na saúde, na cultura, apoio social, acessos rodoviários, ou infraestruturas que reforçam a segurança de pessoas e bens”.

A este propósito, Pero Calado disse que, “nos últimos anos, foram executados, ou estão em execução, vários investimentos do governo regional que, aqui na ponta do sol, ultrapassam os 60 milhões de euros”, tendo enunciado vários desses investimentos.

Todos esses investimentos, acrescentou ainda o vice-presidente do Governo Regional, demonstram a aposta que o Executivo Madeirense tem feito naquele concelho. Pedro Calado disse mesmo que “a população sabe que o governo regional, mais do que apregoar, (como outros o fazem), pratica, de facto, uma verdadeira e efetiva política de coesão territorial”.

O Governo Regional, disse Pedro Calado, “não declina, nem responsabilidades nem investimentos que estejam na sua esfera de competências. O que o Governo Regional não pode nem deve fazer, é assumir o cumprimento do manifesto eleitoral das forças políticas que se apresentaram a eleições neste ou em qualquer outro concelho”.


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