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Jovens licenciados iniciam vida profissional numa sociedade melhor do que a que tivemos no passado

Presidente do Governo esteve presente na cerimónia de entrega de diplomas aos finalistas dos cursos superiores de gerontologia e de enfermagem da Escola São José de Cluny 19-07-2019 Presidência
Jovens licenciados iniciam vida profissional numa sociedade melhor do que a que tivemos no passado O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, esteve presente sexta-feira, 19 de julho, na cerimónia de entrega de diplomas dos curso de Gerontologia e de Enfermagem da Escola São José de Cluny, tendo transmitido aos finalistas daqueles cursos superiores que a carreira, que em breve iniciarão, decorrerá num tempo em que a evolução e as conquistas da Autonomia Política e do Estado Social já asseguram uma vida profissional numa sociedade mais desenvolvida, aberta e simultaneamente mais exigente, mas muito melhor do que aquela que herdamos ou que tivemos no passado.

Paralelamente, o líder do executivo apelou aos jovens para que mantenham ao longo da vida profissional um perfil e uma postura humanista.

“A sensibilidade e o uso do coração não são incompatíveis com o racionalismo, não são incompatíveis com a ciência e não são incompatíveis com o progresso”, indicou Miguel Albuquerque.

“Se o fizerem de uma forma afetiva e com humanismo, nós teremos com certeza uma sociedade mais civilizada, uma sociedade mais desenvolvida. O desenvolvimento significa isso”, continuou.

O governante assumiu ainda o compromisso de, no quadro da concertação, prosseguir com a valorização das carreiras de enfermagem e também da de gerontologia, referindo tratar-se de um especial desafio, neste último caso, reconhecendo a exigência social de a Região assegurar aos concidadãos, com maior longevidade, profissionais habilitados e, consequentemente, bem remunerados.

O Chefe de Governo concluiu a sua intervenção, sublinhando que os contratos-programa do seu executivo com os estabelecimentos de ensino privado, não são uma questão circunstancial, mas sim ideológica.

“A opção entre público e privado compete exclusivamente às famílias e, por isso, nós fazemos contratos de parceria, no sentido de garantir esse princípio fundamental”, apontou.

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