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Há forças políticas que são contra o CINM

Há forças políticas nacionais, num ato de masoquismo ou de antipatriotismo, a ajudar as praças concorrenciais do CINM, no lóbi destas contra a Zona Franca. Quem o afirma é Miguel Albuquerque. 21-05-2019 Presidência
Há forças políticas que são contra o CINM

O presidente do Governo Regional considera que há forças políticas que estão a ajudar praças financeiras concorrenciais da Madeira, em detrimento do Centro Internacional de Negócios. E nessa campanha contra a Zona Franca, denunciou hoje, prevalecem as mentiras e as inverdades.

Miguel Albuquerque, que falava para os empresários presentes nas comemorações do Dia do Empresário Madeirense, que decorreram hoje no Centro de Congressos da Madeira, lembrou o muito que tem sido feito, como a aprovação do quarto regime para o CINM ou do Registo de Navios, contra os lóbis fortíssimos da Holanda e do Luxemburgo, mas também contra Malta e Chipre, que são os nossos principais concorrentes.

«E o que aconteceu foi que alguns deputados eleitos e uma senhora Ana Gomes, estiveram, em Bruxelas, junto de várias instâncias, a fazer guerra contra o Centro Internacional de Negócios da Madeira, com as maiores mentiras e inverdades, no sentido de nos tirar competitividade e ajudar os nossos concorrentes. Isto chama-se masoquismo ou antipatriotismo», acusou.

Miguel Albuquerque lembra que «o CINM para além de nosso é nacional e deveria ser considerado por qualquer Governo, por qualquer pessoa inteligente, como fundamental para a internacionalização da economia portuguesa».

«Mas não, tratam-nos como se fôssemos inimigos. A Holanda tem, a Inglaterra tem, Luxemburgo tem, Malta e Chipre também e nós é que somos os maus da fita?! Que nem temos offshore aqui… E não temos e deveríamos ter. Porque eu quero avançar com o Registo de Aeronaves e tenho um problema em o conseguir precisamente por não ter aqui um offshore», adiantou.

Criticando a comissária europeia para a Concorrência, «que foi atrás das mentiras para retirar competitividade ao CINM», só porque o Registo de Navios já é o terceiro a nível europeu, , o presidente do Governo Regional acusou ainda de «haver no País forças políticas que são contra o investimento, que são contra o mercado, que são contra a criação de trabalho e que pensam que a riqueza é criada a partir do nada e querem distribuir essa riqueza por outros».


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