PS manipula números da Precariedade

A propósito das declarações proferidas hoje, pelo Partido Socialista, a propósito dos números da precariedade, e divulgadas pela Comunicação Social, esclarece a Direção Regional da Administração Pública e Modernização Administrativa que: 09-08-2018 Vice-Presidência
PS manipula números da Precariedade

- Com vista à identificação e progressiva eliminação de situações consideradas precárias, foi feito um levantamento na Administração Pública direta e no setor empresarial da RAM.

- Deste levantamento foram identificadas cerca de 170 situações constituídas com recurso a contratos a termo ou contratos de prestação de serviços (tarefas e avenças), suscetíveis de consubstanciar situações de precariedade.

- Levando a cabo o mandato que tem da Assembleia Legislativa da Madeira, o Governo Regional tem vindo a proceder à regularização destes contratos.

-Regularização essa que já se encontra em fase avançada, sendo que no setor empresarial foram já todas concluídas (149 situações) e, no que diz respeito à administração pública direta, os respetivos anúncios concursais estão já a ser publicitados, estimando-se que em setembro o procedimento fique concluído.

- Manipulação dos dados faz o Partido Socialista quando interpreta como precariedade,  o número constante nos dados de emprego público, nomeadamente de contratos a termo  relacionados nas Síntese Estatística de Emprego Público, vínculos que não são de trabalhadores precários, mas que dizem respeito, sim, a situações de contratos subscritos na área da Educação para suprimir falhas temporárias de funcionários do quadro, designadamente nos casos de baixas médicas e licenças de maternidade e a contratos subscritos no setor da Saúde, para os jovens médicos que realizam o internato em regime de contrato a termo, conforme determina a lei .e cujo Estatuto da respetiva Ordem assim determina.

-Manipulação tem feito o Partido Socialista e a Geringonça no Continente que, anunciando querer combater a precariedade, tem arrastado o processo no tempo e com uma percentagem de resolução bastante diminuta. Ao contrário da Região, que adotou um processo célere e que, inclusivamente, tem merecido elogios dos sindicatos laborais.

- A Lei de Trabalho em Funções Públicas veio simplificar os procedimentos concursais, tendo em vista uma maior celeridade no suprir das falhas de recurso humanos nos serviços da Administração Pública Regional. Neste sentido, o Governo Regional continuará a prosseguir com uma política de racionalização de recursos humanos, no qual se inseriu a regularização das situações de precariedade, mas também o levantamento que está a ser feito das necessidades de trabalhadores nos vários departamentos, que têm sido e continuarão a ser objeto de reforço e de recrutamento durante 2018 e 2019.