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Conselho Internacional para a Exploração do Mar interessado no exemplo da Madeira

A reunião anual do grupo de trabalho europeu que se dedica ao estudo dos Efeitos da Extração de Sedimentos Marinhos no Ecossistema Marinho (WGEXT), do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), encontra-se a decorrer esta semana na Madeira 15-05-2019 Ambiente e Recursos Naturais
Conselho Internacional para a Exploração do Mar interessado no exemplo da Madeira A reunião anual do grupo de trabalho europeu que se dedica ao estudo dos Efeitos da Extração de Sedimentos Marinhos no Ecossistema Marinho (WGEXT), do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), encontra-se a decorrer esta semana na Madeira.
O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) é uma organização intergovernamental de ciências marinhas, que responde às necessidades da sociedade na procura de evidências imparciais sobre o estado e o uso sustentável dos nossos mares e oceanos.
O grupo escolheu Portugal e a Madeira em particular, pela sua experiência na atividade de extração de agregados marinhos.
O Governo Regional foi convidado a apresentar o caso particular da Madeira, que apesar de ser de muito reduzida dimensão quando comparada com a realidade dos países nórdicos, suscitou muita curiosidade, particularmente quanto ao sistema monitorização, regime de licenciamento e a sua integração no processo de ordenamento do espaço marítimo.
Proporcionou-se ainda uma visita aos locais de extração, assim como às áreas protegidas e às áreas de exploração aquícola. Foi uma oportunidade de conhecerem os projetos PLASMAR e MARSP em que a Secretaria regional do Ambiente e Recursos Naturais, através da Direção Regional do Ambiente, participa, precisamente com o objetivo de conhecer as pressões da aquicultura e da extração de inertes, respetivamente. 
Susana Prada, secretária regional do Ambiente e Recursos Naturais, considera que «estes encontros são fundamentais para conhecer realidades, de países com atividade histórica, permitindo comparar e melhorar os nossos procedimentos face aos protocolos de monitorização já estabelecidos com sucesso nesses países».


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