A cultura organística de países como o Brasil, os Estados Unidos da América ou a Austrália será evocada, quer através da sua música, quer através da presença de intérpretes provenientes dessas nações. Paralelamente, celebrar-se-á o quarto centenário da publicação de uma das mais importantes obras da história da música para órgão: a Facultad orgánica de Francisco Correa de Arauxo, impressa em Alcalá de Henares em 1626. E, porque a música para órgão – tal como o próprio instrumento – pertence tanto ao passado como ao presente, o cinquentenário da Autonomia será assinalado pela estreia da obra Insulana, para voz, órgão e cordas, encomendada pela Direção Regional da Cultura (DRC) a quatro compositores (entre os quais os madeirenses Daniel Davis e João Caldeira) e baseada em excertos do poema épico homónimo de Manuel Tomás.
Mais informações em: 15.ª Edição FIOM