Miguel Albuquerque sublinha que aquela monitorização permanente incluirá o uso de drones. Uma medida que complementa a aposta na construção daquela estrada, um investimento de 167 mil euros e que tem a particularidade de ser vedado ao trânsito geral, estando apenas aberto à circulação de forças de Proteção Civil, Florestais e Policiais, bem como aos proprietários dos terrenos.
Uma obra feita em parceria, o que motivou, aliás, o agradecimento de Miguel Albuquerque à Câmara Municipal da Ribeira Brava, pela cooperação com o Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, na execução do caminho florestal, com ambas as entidades a se responsabilizarem por parte da empreitada.
O governante lembrou ainda que este novo caminho «vai permitir uma fiscalização efetiva e com mobilidade dos incêndios e sobretudo do fogo, que normalmente é posto aqui para iniciar os incêndios».
«Nós durante anos e anos tínhamos uma grande dificuldade, porque não tínhamos acesso a essa zona, o fogo era posto normalmente durante a noite…. Neste momento, vamos ter fiscalização 24h00 por dia e com acessibilidade entre os dois sítios», reforçou.
O líder madeirense fez questão ainda de enfatizar o facto de a estrada ir permitir às forças policiais, GNR, bombeiros e florestal, prevenir e fiscalizar noite e dia toda aquela zona. Inclusivamente com drones e com sensores durante 24 horas.
Miguel Albuquerque destaca que a nova estrada «vai permitir apagar as ignições de incêndios quase de imediato, porque são 2 km e tal de acesso para os veículos de combate aos fogos».
Segundo o governante, a estrada será exclusiva «para a prevenção e combate aos incêndios, irá ter portões e só as forças da proteção civil, bombeiros, GNR, Polícia Florestal e similares é que podem intervir nesta área».
A concluir, lembrou que aquela é uma das muitas obras que o Governo Regional está a fazer, no sentido da prevenção efetiva dos incêndios.