Na oportunidade, Duarte Freitas salientou, ainda, que “é ponderoso e indispensável que o relacionamento financeiro entre o Estado e as Regiões Autónomas seja redefinido e clarificado. A revisão da Lei da Finanças das Regiões Autónomas não é um capricho, uma mania ou uma moda, trata-se de um processo essencial, urgente e não subsistam dúvidas, indispensável”.
Para o secretário regional das Finanças, “a coordenação entre governo, autarquias e privados é fundamental para se garantir uma oferta mais robusta de habitação a preços compatíveis com os níveis de rendimento disponível. Esse papel conjunto passa pelo apoio e fomento da construção de unidades habitacionais a custos controlados e o apoio às cooperativas de habitação, a par do investimento público direto”.
A inovação e a eficiência devem ser, segundo Duarte Freitas, “os pilares de um serviço público que acompanha a evolução da sociedade e responde com qualidade às suas necessidades. Neste sentido, o Governo dará continuidade ao processo de modernização da Administração Pública Regional, reforçando a sua capacidade de prestar serviços, com maior celeridade e eficácia. Sempre com o objetivo de melhorar a vida dos cidadãos e das empresas, através de uma administração mais próxima e mais funcional”.