A Secretária Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, visitou esta segunda-feira o Lar da Paz, estrutura residencial da Fundação Aldeia da Paz, situada no concelho de Machico, sob propriedade da Diocese do Funchal. A visita contou com o acolhimento do presidente da fundação, João Spínola, que acompanhou a governante e a presidente do Instituto de Segurança Social, Nivalda Gonçalves, na visita às instalações.
Atualmente, o Lar da Paz acolhe 16 rapazes entre os 6 e os 16 anos, integrados em medidas de proteção. No momento da visita, os jovens encontravam-se fora da instituição, a participar em diversas atividades de verão, promovendo o seu bem-estar e desenvolvimento integral.
Durante o percurso pela instituição, Paula Margarido teve oportunidade de testemunhar de perto as oportunidades, os desafios e as carências da estrutura, que conta com mais de 30 anos de existência e apresenta atualmente algumas necessidades de intervenção ao nível das infraestruturas.
Reconhecendo o trabalho feito ao longo dos anos, a Secretária Regional apelou a uma entreajuda entre a Diocese do Funchal e o Governo Regional, no sentido de se encontrarem soluções conjuntas para melhorar as condições do espaço e garantir que os jovens tenham acesso a um ambiente seguro, acolhedor e digno.
Paula Margarido destacou e elogiou o comprometimento da Diocese, da Fundação Aldeia da Paz e das equipas técnicas e educativas que ali desenvolvem um trabalho exigente, centrado na proteção, crescimento e reintegração dos jovens acolhidos.
“As respostas sociais, sobretudo as dirigidas a crianças e jovens em situação de risco, exigem um esforço coletivo e permanente. Quero deixar uma palavra de reconhecimento a todos os que contribuem diariamente para garantir que estes jovens tenham acesso a um presente seguro e a um futuro com oportunidades”, afirmou a governante.
A visita ao Lar da Paz inseriu-se num conjunto de deslocações da Secretária Regional a instituições de acolhimento da Região Autónoma da Madeira, com o objetivo de acompanhar no terreno as realidades sociais e reforçar o diálogo com os parceiros que atuam na área da infância e juventude.