«Nós precisamos de pragmatismo. E o pragmatismo passa por criar redes de ligação económica, empresarial, científica e educacional com as nossas comunidades.»
Nesse sentido, esta manhã, no Fórum Madeira Global 2025, o Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, disse contar com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, para a melhoria dessa rede de relações, e assinalou, igualmente, perante os cerca de 350 congressistas, oriundos das diversas comunidades, o que a Região Autónoma tem feito e continuará a fazer, no sentido de prosseguir com o «extraordinário» crescimento económico dos últimos dez anos.
Nesse âmbito, o Chefe do Governo reiterou o compromisso do seu Executivo na prossecução de políticas fundamentais, como o apoio ao investimento interno e externo, a redução da dívida e o equilíbrio das contas públicas e a redução de impostos para as famílias e empresas.
«Temos todas as políticas da Madeira assentes no crescimento económico», salientou, na sua intervenção, Miguel Albuquerque.
«E vamos no bom caminho. Estamos a criar riqueza. Os investimentos estão a surgir. Temos estabilidade. Existe confiança no mercado. Existe consumo. E existe atratividade para investimento», continuou.
O Chefe do Governo recordou aos presentes que o crescimento económico é o garante de emprego e de maior rendimento, quer para as famílias e empresas, quer para a próprio a Região (receita fiscal).
Frisou, inclusive, que, ao contrário do que diz e pensa a esquerda, a política fiscal encetada pela Região desde 2016 – redução gradual e contínua das taxas de IRS e de IRC, entre outras – demonstra que menor carga fiscal sobre as famílias e as empresas resulta em maior receita para a Região, apesar da efetiva devolução de rendimentos e de capital aos trabalhadores e às empresas, respetivamente.
Na intervenção dirigida aos representantes das comunidades e emigrantes, o líder do Executivo elenco um conjunto de dados para melhor elucidar o sucesso da Região nos últimos anos:
– Desemprego mais baixo dos últimos 20 anos;
– Crescimento da economia há 48 meses consecutivos;
– Crescimento económico acima da média nacional desde 2023, inclusive;
– Crescimento de 83% do PIB regional em dez anos;
– PIB per capita 9% acima da média nacional;
– Sucessivos superavits orçamentais;
– Rácio da Dívida Pública em Relação ao PIB inferior ao do País e à média da UE.