O Instituto de Segurança Social da Madeira (ISSM) promove, ao longo desta segunda-feira, o VI Encontro do Consórcio Regional para a Intervenção Comunitária, dedicado ao tema “Impacto da Era Digital no Desenvolvimento das Comunidades”.
A iniciativa afirma, de forma clara, o compromisso das 16 entidades parceiras do Consórcio (autarquias, centros comunitários, IPSS, associações e projetos locais) em refletir sobre o potencial da era digital como ponte para um desenvolvimento comunitário mais inclusivo, próximo e humano.
Na sessão de abertura, a Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, acompanhada por Nivalda Gonçalves, Presidente do ISSM, sublinhou a importância da ação conjunta:
“A medida da nossa responsabilidade é a medida da nossa coragem para trabalhar em rede: todos, com todos, para todos.”
Paula Margarido deixou ainda um voto de confiança para que este encontro tenha impacto real na vida das pessoas, das famílias e das comunidades locais da Região Autónoma da Madeira, concluindo com uma citação de Margaret Mead, antropóloga norte-americana reconhecida pela sua intervenção na defesa dos Direitos Humanos:
“Nunca duvide de que um pequeno grupo de pessoas conscientes e comprometidas possa mudar o mundo; de facto, foi sempre assim que o mundo mudou.”
Logo após a abertura, os utentes do Centro Comunitário Musicarte trouxeram ao palco a radionovela “Era uma vez um Bairro”, um exercício criativo sobre comunidade, pertença e transformação social, que deu o tom humano, participativo e inspirador ao Encontro.
Ao longo do dia, o programa integra debates, palestras e ações de formação centrados no impacto da digitalização nas comunidades, nos desafios que coloca às famílias e na importância do autocuidado dos profissionais que diariamente estão no terreno, terminando com a sessão de encerramento conduzida por Nivalda Gonçalves, Presidente do ISSM.
Constituído formalmente a 5 de abril de 2019, o Consórcio Regional para a Intervenção Comunitária reúne entidades públicas e do setor social com o propósito de qualificar equipas, dar visibilidade às respostas que resultam e reforçar uma intervenção comunitária mais eficaz, próxima e assente na colaboração.