As pessoas terão menos probabilidade de trabalhar em ambientes perigosos tradicionais graças à robótica e à automatização, ao passo que o stresse associado ao trabalho e os riscos ergonómicos tenderão a aumentar em consequência de tendências como novas formas de interfaces homem-máquina, aumento do trabalho móvel e em linha, controlo e gestão dos trabalhadores por algoritmos, diluição das fronteiras entre o trabalho e a vida privada ou mudanças de emprego mais frequentes. (EU-OSHA, 29.11.2018)