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Revolução tecnológica é a salvação da Humanidade
A revolução tecnológica é a salvação da humanidade. E é ótima para países periféricos como Portugal e para regiões ultraperiféricas como a Madeira, conforme sublinhou Miguel Albuquerque.
13-05-2019
Presidência
O presidente do Governo Regional diz que não devemos ter receio da revolução tecnológica, frisando que a mesma tem grandes vantagens para países periféricos, como Portugal, e para regiões ultraperiféricas como a Madeira.Aliás, para Miguel Albuquerque, pelo contrário, a revolução tecnológica é a salvação da humanidade.O governante falava, nesta segunda-feira de manhã, na abertura da conferência “Smart Cities Tour”, organizada pela Associação Nacional de Municípios de Portugal, mas que na Região teve a organização da StartUp Madeira e do Governo Regional. O evento decorreu no Centro de Congressos da Madeira. Miguel Albuquerque lembrou que hoje em dia um simples telemóvel inteligente substitui uma série de equipamentos. «Tudo o que estava antes disperso, como os gira-discos, o telefone fixo, os discos em vinil e em cd, a bússola, os mapas, relógio, etc, e que consumia muitos recursos, está agora concentrado numa maquineta», lembrou.«A revolução digital vai levar à poupança dos recursos da terra e à sustentabilidade dos meios. É fundamental para a sustentabilidade do planeta e para enfrentarmos as alterações climáticas. Hoje, conseguimos níveis de progresso utilizando menos recursos naturais», acrescentou.Paralelamente, disse ser preciso desmistificar a falácia de que a revolução digital não tem impacto no PIB. «Tem. É preciso é alterar a análise das variáveis que contam para o PIB, que ainda estão consoante a revolução industrial. É que há, por exemplo, várias carreiras e equipamentos que as pessoas hoje já não fazem ou não têm, mas que ainda contam para o PIB», elucidou.Reiterando que a revolução tecnológica «é mais sustentável e mais amiga da nossa qualidade de vida», Miguel Albuquerque defendeu ainda que «Portugal tem de estar na vanguarda desta revolução digital». «Porque assenta na interconetividade e não na posição geográfica. A localização geográfica deixa de ter peso na capacidade de produzirmos, de estarmos ligados», sublinhou.A concluir, o alerta: «É preciso que não nos deixemos embarcar pelos que anunciam as catástrofes. Graças aos valores da razão, da ciência e do progresso (valores do Iluminismo) vamos conseguir ultrapassar essas catástrofes. Cuidado com os pensamentos catastrofistas, dos que advogam que a revolução tecnológica é a perdição do mundo. É a salvação da humanidade, desde que com base nos valores do iluminismo».
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