Entrar
Pesquisar
SRITJ
SRITJ
DRT
DRT
ADirecao
A Direção
Contactos
Contactos
Menu
Governo Regional
Governo Regional da Madeira
SRITJ
Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude
DRT
Direção Regional do Trabalho
ADirecao
A Direção
Instrumentos de Gestão
Instrumentos de Gestão
Areas
Áreas
Legislação
Legislação
Convenções Coletivas
Convenções Coletivas
Assuntos Laborais
Assuntos Laborais
Conciliação de Conflitos de Trabalho
Conciliação de Conflitos de Trabalho
Estatística no Trabalho
Estatística no Trabalho
Segurança e Saúde no Trabalho
Segurança e Saúde no Trabalho
CRITE-M
CRITE-M
Contactos
Contactos
Entrar
PS não deixou a Madeira reduzir ainda mais os impostos
O vice-presidente do Governo Regional da Madeira, Pedro Calado, lamentou, esta manhã, que tivesse sido reprovada, pelos deputados do PS/Madeira, pelo PS e pelos seus apoiantes, na Assembleia da República, a proposta apresentada pelo PSD, no sentido de alargar à Madeira os benefícios fiscais que serão concedidos às regiões do interior.
12-02-2020
Finanças
Pedro Calado, que falava num debate, na reitoria da Universidade da Madeira, sobre o “Orçamento de Estado – Análise económica e política”, afirmou que se essa proposta de alteração ao Orçamento da República tivesse sido aceite, como seria expectável, dada a realidade insular e ultraperiférica, a Região poderia ter reduzido, ainda mais, a carga fiscal, o que significaria que todas as empresas, com sede na Região. tivessem uma taxa de IRC de 11%.
Durante o debate, Pedro Calado abordou também a questão das taxas de juro da dívida, considerando que aquilo que o Estado cobra à Região, face às taxas com que se financia internacionalmente, é escandaloso.
Neste momento, de acordo com Pedro Calado, o Estado português está a pagar a sua dívida a uma taxa de juro na ordem dos 0,5%, enquanto cobra à Região uma taxa de juro de 2,75%, ou seja, com uma margem de 2,3%, o que, em seu entender, é um autêntico “roubo”.
Esse tratamento, disse ainda Pedro Calado, tem ainda a agravante de que a Madeira é a única região do país que tem registado um excedente orçamental há seis anos consecutivos, precisamente, ao contrário do continente e dos Açores, onde, pelo contrário não só não tem tido excedentes orçamentais, como também agravaram a dívida pública.
Os números falam por si, referiu Pedro Calado, acrescentando que a dívida pública global da Região tem vindo a diminuir substancialmente, tendo passado de 6,6 mil euros, em 2012, para 5,1 mil milhões de euros, no final de 2019, o que representa um esforço de redução da dívida do Governo Regional na ordem dos 1,5 mil milhões de euros.
Autor:
Por favor, use apenas texto simples.
Email:
feedback:
Por favor, use apenas texto simples.
Fechar
Anexos
Descritores
Orçamento
Madeira
Finanças
Este sítio utiliza cookies para facilitar a navegação e obter estatísticas de utilização. Poderá consultar a nossa Política de Privacidade
aqui.
Aceitar todos os Cookies
Aceitar apenas os cookies essenciais