O presidente do Governo Regional enalteceu ainda a alteração realiza no projeto inicial daquela unidade, que previa 40 camas, mas que foi aumentada para 52 camas.
«Porque temos de criar escala. Não podemos ter lares pequenos. Até porque as infraestruturas de apoio (cozinhas, redes de frio, geradores, energia…) eram as mesmas para as 40 ou 52 camas», destacou.
O governante enalteceu a qualidade da obra, que considerou estar fantástica e muito adaptada, com quartos luminosos e com grande conforto. «Todas as infraestruturas,
designadamente esta parte exterior que está sendo adaptada, irá proporcionar aqui um novo uma nova oferta de grande qualidade. para os utentes», sublinhou.
«Eu nunca tive dúvidas, sobretudo sendo gerido pelo padre Bernardino e pelo Centro Social e Paroquial de São Bento que isto ia correr bem. Nós resolvemos aumentar a capacidade da infraestrutura.
Aos jornalistas, Miguel Albuquerque afirmou estar confiante que as obras possam estar concluídas no prazo estipulado, embora reconhecendo que os prazos são muito apertados: «Os processos são muito complexos, mas felizmente temos conseguido e vamos conseguir também aqui cumprir o prazo».
Porque, segundo o governante, «ao ritmo a que a obra está a ser executada em junho deverá estar pronta». «E mesmo que a execução financeira tenha de ocorrer alguns meses depois, até outubro, não vai haver problema», garante.
«Nós estamos com uma boa execução ao nível do PRR, superior. à nacional. Algumas obras já foram concluídas, designadamente o Lar do Porto Moniz que já foi totalmente reformulado. O da Garota do Calhau também foi concluído, o da Associação de Socorros Mútuos também. Está a um bom ritmo uma outra obra muito importante, que é a da Santa Casa da Misericórdia do Funchal, próxima ao Largo da Cruz Vermelha e que também tem um número substancial de camas. A obra também está a bom ritmo e vai ficar concluída e cumprir os prazos. Temos um conjunto de obras que também estão a decorrer lá da Ponta Delgada, aquela em Machico…. portanto, acho que no geral vamos conseguir concluir estas obras de oferta de camas, que é uma necessidade», concluiu.