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Região está em conversações com Lisboa acerca da Zona Franca

O Governo Regional está em conversações com o Governo da República e outras instâncias nacionais no sentido de garantir que a Zona Franca da Madeira vai continuar, anunciou Miguel Albuquerque, há pouco, à margem da visita que fez à empresa MDT, no Caniçal. 06-01-2021 Presidência
Região está em conversações com Lisboa acerca da Zona Franca

O líder madeirense diz não serem aceitáveis «aquelas condições draconianas que a União Europeia queria impor». Ou melhor, «não era a União Europeia». «Era um conjunto de funcionários da União Europeia, em função dos lóbis da Holanda, de Malta e de outras praças financeiras que querem que as empresas que estão aqui sedeadas vão para esses países europeus», complementou.

O presidente do Governo Regional considera que o que Portugal tem de fazer «é defender o Centro Internacional de Negócios, porque o CINM é nacional e visa também o desenvolvimento da economia nacional e a sua internacionalização». «A não ser que a Madeira já não seja nacional…», juntou, de pronto.

«Esta ideia de destruir o que é nosso para favorecer os nossos concorrentes e os estrangeiros é perfeitamente absurda e ridícula», rematou.

Pelo conseguinte, «face a uma proposta de lei perfeitamente absurda e que seria a morte do CINM, para benefício dos nossos concorrentes, estamos a procurar proposta alternativa». «A Madeira fica mais pobre, Portuga ficava mais obre, para os outros ficarem mais ricos. Isto é masoquismo», desabafou.

Miguel Albuquerque lembra que a proposta do Governo da República para o CINM deu entrada na Assembleia da República e está confiante de que será possível alterá-la.

«Temos responsáveis políticos que são antipatriotas, mas ainda confio que a maioria dos eleitos na Assembleia da República estão lá para defender os interesses do País e da Madeira e não defender os interesses dos nossos concorrentes», afirmou.

A concluir, o aviso: «Existe um conjunto de taras e de ressentidos que são contra o Centro Internacional de Negócios e contra tudo aquilo que cria riqueza. Eles acham que o dinheiro nascer debaixo das pedras, mas não nasce. Nasce da instalação de empresas, nasce do trabalho, nasce da criação e riqueza, como acontece aqui, na Zona Franca».


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