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30 por cento da Faixa Corta-fogo já foi alvo de intervenção

Recorde-se que a Faixa corta-fogo prevê a limpeza e reflorestação de 640 ha de terrenos, construção de tanque (1.500 m3), instalação de conduta (10,5 km) e hidrantes (25 uni.) ao longo do caminho dos pretos e abertura de caminhos florestais (40 km), no valor global de 8,3 M€. 19-11-2019 Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas
30 por cento da Faixa Corta-fogo já foi alvo de intervenção A faixa corta-fogo ganha cada vez mais forma. Hoje foram doados à Região, pelo Grupo Porto Bay, mais dois terrenos que integram os 640 hectares do projeto.

Segundo avançou a Secretária Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, «30 por cento dos terrenos já foram alvo de intervenção. Segue-se a adjudicação da empreitada do tanque, conduta e bocas de incêndio, que irá para o terreno no início de 2020 e que se estima estar concluída no prazo de um ano».

Estas aquisições dão continuidade à criação da faixa de gestão, no espaço florestal, a qual apresenta elevadas suscetibilidade e vulnerabilidade à ocorrência de incêndios florestais.

A zona “tampão” está a ser alvo uma gestão de combustíveis e a sua composição florística privilegia a presença de espécies folhosas higrófilas, designadamente de carvalho, castanheiro, bétulas, faia europeia e da generalidade das indígenas.
Desta forma, o Governo Regional prossegue a execução da sua política de prevenção contra os incêndios florestais, não apenas salvaguardando o nosso património natural mas, sobretudo, enquanto medida de proteção das populações e dos seus bens.

Recorde-se que a Faixa corta-fogo prevê a limpeza e reflorestação de 640 ha de terrenos, construção de tanque (1.500 m3), instalação de conduta (10,5 km) e hidrantes (25 uni.) ao longo do caminho dos pretos e abertura de caminhos florestais (40 km), no valor global de 8,3 M€.
Esta intervenção permitirá redução da carga combustível e do risco de incêndio, aumentando a segurança da população do Funchal e criação de uma mancha florestal com espécies mais resistentes a incêndios e a valorização do terreno para o seu proprietário, garantindo o seu aproveitamento económico.



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