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Concurso para a 2ª fase do Hospital Central e Universitário da Madeira avança e dentro do prazo previsto

“O início desta importante obra foi, sem dúvida, uma vitória para a Madeira e os Madeirenses e importa agora dar a devida continuidade e sequencialidade dos trabalhos em curso” 29-11-2021 Equipamentos e Infraestruturas
Concurso para a 2ª fase do Hospital Central e Universitário da Madeira avança e dentro do prazo previsto

O Governo Regional tem reunidas as condições que permitem avançar com o concurso ‘Hospital Central e Universitário da Madeira (HCUM) – 2ª fase- Estruturas e Espaços Exteriores’ e submeteu quinta-feira, 25 de novembro, em Conselho de Governo, o lançamento do mesmo, cumprindo o que foi anunciado em maio deste ano, aquando do arranque da 1ª fase, de que este procedimento seria uma realidade até final de 2021.

 

“É justo reconhecer o empenho e resiliência que o Governo Regional tem demonstrado ao longo de todo o processo que envolve a construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, desde a negociação do financiamento com o Estado até ao início da construção desta obra de referência”, começa por referir o Secretário Regional de Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Fino.

 

“Relembro que foram, nestes dois anos, marcados e condicionados pela pandemia, que iniciámos esta importante obra e é também de salientar que esta obra arrancou mesmo sem a correção, que se impõe, à resolução do Conselho de Ministros que prevê a dedução do valor patrimonial do Hospital Nélio Mendonça e do Hospital dos Marmeleiros”, sublinha, vincando que “estes factos demonstram muito bem a capacidade do Governo em encontrar soluções para os obstáculos com que se depara, alguns provocados por situações imprevisíveis (como a pandemia), e outros provocados por bloqueios políticos inadmissíveis por parte do Estado”.

 

“O início desta importante obra foi, sem dúvida, uma vitória para a Madeira e os Madeirenses e importa agora dar a devida continuidade e sequencialidade dos trabalhos em curso”, reforça.

 

A segunda fase contemplará os trabalhos de estruturas, alvenarias e espaços exteriores e terá como preço base 75 milhões de euros + IVA, com um prazo de execução de dois anos.

 

“Nesta segunda fase pretendemos não submeter à concorrência trabalhos com uma forte dependência de materiais que necessitam ser importados, considerando a instabilidade que se vive no mercado, com o aumento galopante dos preços das matérias-primas de construção”, esclarece o governante.

 

Os trabalhos previstos para esta segunda fase têm em consideração todos estes condicionalismos impostos, pelo impacto que a pandemia trouxe ao sector da construção civil. Pedro Fino lembra o que tem vindo a acontecer a nível nacional devido ao atual panorama do setor. “Com o aumento dos preços das matérias primas de construção, são vários os concursos, a nível nacional, que têm ficado desertos, por apresentarem preços base desajustados, e, por termos esta consciência, pretendemos fasear a obra desta forma até ao mercado estabilizar”, explica.

 

Pedro Fino reforça ainda que, “num contexto de pandemia, e mesmo com a indefinição do financiamento por parte do Estado, o Governo Regional tem respeitado sempre este processo, com notório esforço em assegurar a continuidade dos trabalhos”.

 

Recorde-se que, desde maio último, a 1ª fase da obra correspondente à Escavação e Contenções Periféricas já está no terreno e as transformações na zona são cada vez mais evidentes, tornando as intenções do Governo Regional numa realidade cada vez mais próxima.


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