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Secretário otimista quanto ao crescimento da economia

Novo ano vai efetivar medidas como Conselho Consultivo e o roteiro das empresas. Custos de Contexto e abrandamento económico representam grandes desafios. 03-01-2020 Economia
Secretário otimista quanto ao crescimento da economia Não obstante as projeções de abrandamento económico, o novo secretário regional da Economia, Rui Barreto, mantém-se otimista quanto a um crescimento da economia na ordem dos 2%, que vai permitir ,manter a taxa de desemprego. 

Para 2020, Barreto anuncia a continuidade dos apoios às empresas, a efetivação do anunciado Conselho Consultivo para a Economia, o lançamento do roteiro das empresas e do processo que vai levar à contratação dos transportes terrestres na Madeira.

"A seu tempo, vamos anunciar a estrutura do Conselho Consultivo da Economia, que será um órgão de auxilio composto por associações empresariais, instituições públicas e outras entidades como o IAPMEI e AICEP", afirma o tutelar da pasta da Economia na Região. 

O Executivo regional está empenhado, sublinha Rui barreto, em apoiar empresas nos processos de modernização, inovação, na utilização de plataformas digitais e de melhor comunicabilidade com os seus clientes, ferramentas fundamentais para sobreviver às exigências do mercado. 

O objetivo é, explica, robustecer as empresas para que estejam mais bem preparadas para momentos de arrefecimento económico, diversificando os negócios, não os concentrando apenas nos mercados interno e nacional, por forma a atenuar esse impacto. "O grande segredo do crescimento económico vai ser, cada vez mais, o investimento privado, daí a importância de criar um ambiente favorável, obviamente sem entrar em loucuras", constata. 

"Foi neste contexto que desenvolvi um roteiro para as empresas, que vou iniciar em diversos setores de atividade da economia regional, visitando empresas, percebendo melhor os seus objetivos", sublinha Rui Barreto. 


Garantir acesso aos apoios comunitários 

Prepara o novo quadro comunitário é outra das preocupações do Governo Regional. "Queremos esgotar as verbas deste quadro e lançar a estratégia regional para o próximo quadro de apoios. A burocracia imposta por Bruxelas leva a que os fundos demorem um ano a ficarem disponíveis e queremos garantir que em 2021 continue a haver apoios às empresas", explica Rui Barreto, que quer garantir, no Orçamento Regional, uma componente para assegurar a máxima execução dos apoios. 

"O novo Quadro Comunitário de Apoio só deve entrar, prevendo-se derrapagens no prazo, em 2022 e vamos atuar de forma preventiva. Não queremos deixar as empresas orfãs neste período", afiança  governante. 

Nos próximos anos, o Governo quer investir mais na inovação, na ciência e na tecnologia. a área da energia e da economia do mar são outras prioridades. 

O Executivo vai manter a linha de apoio às empresas. O SI - Funcionamento, que apoia os custos das empresas, foi um instrumento muito importante no contexto da crise, declara Barreto. No próximo ano, o Governo conta pagar a mais de 1.153 empresas projetos que já deram entrada. 


O reforço do Empreender, Valorizar 2020 e Inovar, programas estes com componente de investimento, algumas delas a fundo perdido, está também prometido.  

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