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Teófilo Cunha enaltece “diálogo permanente” com armadores e pescadores

O secretário regional de Mar e Pescas destacou esta terça-feira o papel da Cooperativa de Pesca do Arquipélago da Madeira (CoopescaMadeira) na organização do setor e na melhoria do funcionamento dos serviços que são prestados pelas autoridades regionais a armadores e pescadores. 18-02-2020 Mar e Pescas
Teófilo Cunha enaltece “diálogo permanente” com armadores e pescadores

No final da reunião de trabalho que juntou à mesa os dirigentes da Coopesca, o secretário regional Teófilo Cunha e o diretor regional de Pescas, Rui Fernandes, o governante referiu-se a estes encontros como “relevantes” para “conjugar” posições num sector “com forte peso social e económico” e alinhar posições quanto ao futuro.

Armadores e pescadores da Região têm mantido com o Governo Regional “um diálogo aberto e frequente”, de acordo com o titular do Mar, num momento em que a própria União Europeia tem vindo a ser pressionada por organizações não governamentais na área das pescas para o risco de incumprimento do objetivo de acabar com a sobrepesca até 2020. Está em causa a proteção das espécies marinhas, mas a sustentabilidade da União Europeia comporta também a vertente social e económica, sendo estas duas variáveis importantes para fazer valer junto das autoridades de Bruxelas o modelo de pesca artesanal da Região.

Esta pressão coloca as autoridades regionais, nacionais, armadores e pescadores “em alerta permanente” para assegurarem as quotas atuais de pescado que são atribuídas a Portugal e repartidas pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.

Teófilo Cunha entende que o diálogo com armadores e pescadores “é a melhor maneira de trabalhar” em defesa dos interesses da Região e na salvaguarda da melhoria das condições de vida de todos quantos dependem do setor, incluindo as próprias famílias.

Em 2019, o volume de pescado descarregado em lota, na Região, ascendeu a 22.133 milhões de euros, constituindo um novo recorde, tendo a aquacultura atingido o valor mais alto desde 2013, com 5.063 milhões de euros. Num e noutro caso, falta acrescentar a cadeia de valor do pescado até ao consumidor final.


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