Este site utiliza cookies para uma melhor experiência de navegação. Ao navegar está a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de cookies aqui.
Pesquisar

Serviço de Saúde desmente notícia sobre medicamentos em falta

Serviço de Saúde esclarece notícia e garante que os medicamentos em causa têm stocks superiores a 3 meses 19-02-2018 Saúde e Proteção Civil
Serviço de Saúde desmente notícia sobre medicamentos em falta

O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM) informou  em conferência de imprensa que a notícia veiculada hoje por um órgão de comunicação local, que dá conta da falta de 9 medicamentos na farmácia hospitalar não corresponde à verdade, esclarecendo que apenas estão em falta dois destes fármacos, nomeadamente os suplementos vitamínicos: acido ascórbico e o  sulfato ferroso.

A presidente do conselho de administração do Serviço de Saúde, Tomásia Alves pediu maior rigor, verdade e responsabilidade na informação, apelando à cidadania que “é qualquer coisa transversal a todos nós e o papel da comunicação social é fundamental”, disse.

Tomásia Alves lamentou “o quanto as notícias pouco rigorosas perturbam o bom funcionamento desta casa e a falta de confiança na população em geral, sendo peremptória ao afirmar “ que o lugar mais seguro para se tratar é no SESARAM, é aqui que estão os melhores profissionais, é aqui que estão os melhores recursos físicos, médicos e clínicos de toda uma equipa que trabalha com algumas carências, mas dedicando-se dia e noite, e não é justo que com uma informação pouco rigorosa se vá denegrir o trabalhar que estas cinco mil pessoas fazem desde os centros de saúde até às unidades de cuidados intensivos”, concluiu a presidente do Serviço de Saúde da RAM.

A presidente do Conselho de Administração do SESARAM, afirmou estar a ser feito “um esforço significativo de controlo para para evitar as roturas ”, recordando que em 2017 o orçamento foi de 29 milhões de euros  e que em 2018  é de 35,7 milhões de euros, sendo expectável que estas situações de roturas pontuais venham a reduzir-se progressivamente”, confirmou Tomásia Alves.