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Governo no World Travel Market a procurar estabelecer novas pontes

O secretário regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, está satisfeito com a forma como decorreu o primeiro dia do World Travel Market (WTM) 05-11-2019 Turismo e Cultura
Governo no World Travel Market a procurar estabelecer novas pontes

O secretário regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, está satisfeito com a forma como decorreu o primeiro dia do World Travel Market (WTM), que começou esta segunda-feira em Londres. Diz que o relevante é estar presente. Depois, há que vender a Madeira como o grande destino turístico que é, e ainda cativar a atenção dos players que estão na feira.

Refere que é um momento e um espaço privilegiado para fazer um balanço, de perspetivar o futuro e, acima de tudo, de concretizar negócio.

No caso concreto da Madeira, fortemente dependente das acessibilidades, recorda que é servida por um conjunto alargado de companhias, e que o destino se viu privado da operação de algumas delas. Não obstante, diz que já foram supridas algumas companhias com a contratação ou reforço de frequências de outras que já operavam com a Madeira, ou ainda com novas transportadoras a voarem para a ilha.

No entanto, Eduardo Jesus sublinha que há sempre uma demora maior em repor e contratar lugares para o destino do que perdê-los. “Mas é um caminho que tem de ser feito”, complementa.

Neste sentido, referiu que as reuniões desta segunda-feira em Londres tiveram como foco procurar estabelecer novas pontes e sensibilizar as companhias que operam para a Madeira a voar mais ou com maior capacidade nos aviões na mesma frequência, ter mais frequências ou trabalhar com novas bases.

Eduardo Jesus diz estar convencido, pela forma como têm decorrido as reuniões no WTM, que será possível ultrapassar o desafio atual e reconquistar os mercados e trazer muita gente à Madeira.

O governante refere que, no caso concreto do país onde se encontra, existem estudos que apontam no sentido de os ingleses pretenderem continuar a viajar para fora de Inglaterra. Perante as incertezas do Brexit, salienta que o importante é continuar a fazer o que estão a fazer na feira de Londres porque os ingleses querem fazer negócio e enviar os seus turistas para fora. Por isso, acredita que vão continuar a olhar para o mercado da Madeira como um destino apetecível.

Falou ainda da importância do prémio do golfe que a Região recebeu por estes dias, o qual diz ser um prémio à cooperação que existe nos três campos de golfe do arquipélago, e que vem reafirmar a importância da aposta, pública ou privada, no âmbito do golfe, assim como dar mais notoriedade a este desporto e ao destino.

 


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