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Retrospetiva da obra fotográfica de João Pestana no Museu de Fotografia da Madeira

Exposição patente até junho 2021 07-04-2021 Turismo e Cultura
Retrospetiva da obra fotográfica de João Pestana no Museu de Fotografia da Madeira

A exposição  está dividida em temas de acordo com as áreas que o fotógrafo retratou. Assim, são apresentadas capas de discos vinis da época em que João Pestana ilustrava com fotografias suas; vários trabalhos para a Direção Regional da Cultura nomeadamente postais, calendários com imagens da Madeira e projetos publicitários. Na sala dedicada à foto reportagem, a visão do “jornalista “sobre as touradas da década de 70 do século XX; a aluvião de 1993, o incêndio da Unibasquete e as manifestações do 1º de maio. 

O Museu reservou uma sala para as fotografias artísticas com especial destaque para as vivências de Câmara de Lobos. 

Como curiosidade, refira-se que a referida sala é antecedida com uma pequena mostra com as cartas que João Pestana enviava aos técnicos de fotografia, com os detalhes que pretendia a nível de enquadramentos e filtros. O Museu apresenta nesta exposição, algumas das máquinas fotográficas e de filmar, complementadas com um filme realizado pelo cineasta e que está disponível na Sala de multimédia. 

 

Sobre João Pestana  

João António Filipe Pestana nasceu no Funchal a 23 de agosto de 1929. Deixou um espólio imagético rico na sua qualidade e na sua diversidade e que engloba as mais variadas produções artísticas e reportagens fotográficas. Particular destaque para as edições de 1997, “Vivências” e “Câmara de Lobos” respetivamente, que para além do seu interesse artístico, assumem também um valor patrimonial, documental e antropológico inestimável. Como cineasta, realizou documentários para o cinema, filmes para o pequeno ecrã e trechos publicitários, com algumas colaborações como técnico na realização dos filmes “As Ilhas Encantadas” (1964, realizado por Carlos Vilardebó); “Pearl of the Atlantic” (1968, realizado por José Fonseca e Costa) e “Madeira, nossa ilha” (1977, realizado por José Luís Cabrita). A sua obra foi reconhecida em vida com as seguintes distinções: troféu Nacional INTEMPO – Fotografia (1992); Medalha de Mérito Cultural (Governo da Região Autónoma da Madeira, 1992); Ordem de Mérito da República Portuguesa (2005), entre outros. Foi também agraciado pelo Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais, com a Medalha Jorge Amado.  

A exposição está patente ao público até junho de 2021 e a entrada é gratuita. 


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