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ARTESANATO MADEIRENSE - Valorize, compre o que é NOSSO

Iniciativa Museu Etnográfico da Madeira 18-01-2021 Turismo e Cultura
ARTESANATO MADEIRENSE - Valorize, compre o que é NOSSO

O Museu Etnográfico da Madeira tem aumentado o número de partilhas virtuais, que permitem manter o envolvimento com o seu público virtual, mas convida-vos, a TODOS, a visitarem o museu e conhecer o nosso património cultural, nomeadamente as várias peças de artesanato que fazem parte do seu acervo e estão expostas na nossa exposição permanente e, periodicamente, em diferentes exposições temporárias. Teremos muito gosto na Vossa visita! E porque é um momento crítico para a nossa economia, decidiu criar esta rubrica, “ARTESANATO MADEIRENSE – Valorize, compre o que é NOSSO”, procurando contribuir, desta forma, para a sua recuperação. Através do nosso património, procuramos manter viva a nossa Identidade e alimentar a esperança, através da criatividade. Através da partilha de obras de artesanato, de produção regional, o museu pretende dar a conhecer os artesãos madeirenses e incentivar a população em geral, a comprar o que é NOSSO. Esta semana, divulgamos o artesanato em palmito de Maria Otília Melim e Salomé Melim. Desde os primórdios da humanidade que o homem soube aproveitar sabiamente os meios que a natureza colocava ao seu dispor. O artesanato em palmito (folhas de palmeira) é um exemplo do aproveitamento inteligente de um recurso natural para a produção de objetos utilitários. Com esta matéria-prima concebem-se vários tipos de chapéus, carteiras, cintos e forros para copos e garrafas. Esta atividade possui uma longa tradição na nossa Região, em especial na Ilha do Porto Santo, decorrente do grande número de palmeiras ali existentes, devido às condições naturais favoráveis para o desenvolvimento daquela planta: um clima tropical, com terrenos áridos. Maria Otília Melim e Salomé Melim, duas irmãs residentes no sítio da Serra de Fora, na ilha do Porto Santo, dedicam-se à produção de diferentes artefactos em palmito, com destaque para os chapéus. Atualmente são poucos os artesãos que se dedicam a esta arte. Outrora, devido à grande procura, quase todas as famílias, deste sítio, dedicavam-se a estes acessórios. As artesãs começaram a trabalhar neste ofício com sete anos de idade, tendo o tradicional “saber-fazer”, sido transmitido no seio familiar.


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