Funchal é uma cidade parada e sem rumo

Durante a visita às obras de regularização do ribeiro que liga a Corujeira ao Monte, o Vice-presidente lembrou que o único investimento que existe na cidade é o que é feito pelo Governo Regional 18-08-2018 Vice-Presidência
Funchal é uma cidade parada e sem rumo

O Vice-Presidente do Governo Regional visitou, esta manhã, as obras de regularização e canalização do ribeiro que liga a Corujeira ao Monte e que visam garantir a segurança das pessoas e bens.

Na ocasião, Pedro Calado salientou que esta empreitada insere-se num conjunto de outras obras que o Governo Regional vem realizando, num elevado esforço financeiro, de forma a mitigar, ao máximo, os riscos de futuras aluviões, protegendo a população bem como as infraestruturas marginais às ribeiras.

“Assegurar a segurança das pessoas e agir em conformidade com aquilo que são as necessidades das populações é uma prioridade deste Governo Regional”, afirmou o governante, reforçando que “zelar pelo bom funcionamento de uma cidade não é só fazer folhetins com música e fantochada. A população tem que estar segura e sentir que há investimento em prol da sua segurança”.

De acordo com o Vice-presidente, o Funchal é hoje uma cidade praticamente parada, onde não há investimento rigorosamente nenhum, comparativamente ao que acontecia no passado.

“O investimento que existe é aquele que é feito pelo Governo Regional. O Funchal é uma cidade sem rumo. Basta ver que em pleno verão, uma cidade turística como a nossa tem umas praias fechadas e outras interditas”, acrescentou.

Refira-se que as obras de regularização da Ribeira do Caminho da Corujeira, iniciadas em Agosto de 2017, estarão concluídas em Novembro de 2018, sendo que o Governo Regional investiu 1,2 milhões de euros na construção de muralhas, num troço de apenas 500 metros.