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“Governo Regional não tem nada a esconder”

O vice-presidente, Pedro Calado, disse esta quarta-feira, no debate potestativo sobre a mobilidade marítima, que o Governo Regional não tem nada a esconder, ao contrário de outros, que lançam suspeições e fazem acusações infundadas e, depois, são eles a dar o mau o exemplo. 26-06-2019 Vice-Presidência
“Governo Regional não tem nada a esconder” Tal como afirmou, no encerramento do debate, “nós não temos medo. Assumimos as decisões que tomamos, porque agimos sempre a coberto da lei. E não vale a pena virem para aqui falar que o Governo está a beneficiar esta ou com aquela empresa, ou a beneficiar este ou aquele empresário”. 
Pedro Calado disse que este potestativo ficou mais do que provado que desde o primeiro momento, o JPP “nunca quis, verdadeiramente, o ferry. Ao contrário deste Governo, que tudo fez para que fosse concretizada a ligação marítima entre a Madeira e o continente”.
Segundo o governante, “o Governo Regional está empenhado em reduzir o custo do transporte de mercadorias por via marítima. E já estamos a concretizar esse objetivo. Não vale a pena tentarem dizer o contrário”. 
O Governo Regional, disse, “assumiu o compromisso de rever os custos do transporte de mercadorias por via marítima. E é o que tem sido feito. Não com palavras, mas com medidas concretas, como a eliminação da Tarifa da Uso Portuário (TUP/Carga)”.
Trata-se de uma medida que, conforme referiu, “deverá representar, este ano, um esforço financeiro da Região próximo dos 4,2 milhões de euros”. 
Esta medida, tal como afirmou, “é um importante incentivo do Governo Regional à economia local e ao tecido empresarial, em particular, na medida em que retira custos de operacionalidade para que os bens fiquem mais baratos para o consumidor final”.
Com a eliminação da TUP/Carga, acrescentou, “assistimos a uma diminuição dos custos dos bens transacionados, promovendo, igualmente, a competitividade das empresas regionais, com a redução de constrangimentos inerentes à atividade económica, tendo em especial consideração os condicionalismos permanentemente sentidos por todos os que operam numa região insular e ultraperiférica”.
Desta forma, rematou o governante, “consolidamos a estratégia definida pelo Governo Regional, no sentido de promover a competitividade dos portos da Região Autónoma da Madeira e, ao mesmo tempo, reforçar a dinâmica económica, com maior potencial de crescimento para o tecido empresarial, gerador de riqueza e de criação de emprego”.


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