O Chefe do Governo abordou a democracia, estabelecendo a dicotomia face aos regimes totalitários, relevando os seus antípodas no que concerne aos direitos dos cidadãos, à separação ou não dos poderes executivo, judicial e legislativo, à decisão do cidadão, em democracia, de quem exerce o poder e formas de mudança do poder pelo voto, entre outros aspetos.
Miguel Albuquerque relevou igualmente aquilo que as democracias europeias asseguraram aos seus cidadãos no pós-guerra – sistemas nacionais de saúde, de educação e de proteção social –, no sentido de garantirem sociedades mais coesas do ponto de vista social e económico, mas lembrou que a vida em democracia não deve ser dada por adquirida, apontando à atualidade com o surgimento de forças populistas, um pouco por toda a Europa, que conduzirão as novas gerações a um novo desafio: a luta pela manutenção democracia.