Eduardo Jesus, que é igualmente presidente da AP Madeira, sublinhou que “este produto já existe há muito tempo, faltava ser estruturado desta forma”.
Vincou que a nova aplicação faz uso da tecnologia sobre um produto muito antigo, que constituiu uma importante expressão cultural da região. Mais acentuou o governante que um jardim “é uma memória viva da nossa história”.
Eduardo Jesus sublinhou que, antes da crise pandémica, os jardins públicos e privados da Madeira recebiam em média um milhão de visitantes por ano, sendo que o mais procurado, com 380 mil entradas, era o Jardim Botânico, o mais emblemático da região.
“Quem gosta da temática dos jardins acaba por aceder [através da aplicação] a este património ainda antes de iniciar a sua viagem”, reforçou.
A aplicação ‘Madeira Gardens' fornece informação sobre 16 jardins do arquipélago - 15 na Madeira e um no Porto Santo -, divulgando dados como o horário de funcionamento, as condições de acesso e o historial do recinto.
“Isto permite, acima de tudo, o acesso à informação de uma forma mais fácil”, disse Eduardo Jesus, realçando que, por outro lado, vai ao encontro do novo perfil de turistas que começam agora a visitar a região. A este propósito, referiu que “estamos a assistir a uma alteração das pessoas que nos estão a procurar como destino turístico. A grande maioria que está a chegar, neste momento, são pessoas mais novas do que habitualmente se verificava”.