O presidente do Governo Regional falava à margem da cerimónia de entrega de 20 casas em Câmara de Lobos, no sítio do Ribeiro da Alforra, onde foi construído o Lobos Living, mais um empreendimento do PRR, num investimento de 4,9 milhões de euros.
O governante, na ocasião, salientou o facto de o prédio estar localizado numa zona nobre da freguesia de Câmara de Lobos, um conceito que tem sido
preocupação e continuará a ser preocupação em todos os empreendimentos habitacionais construídos ou adquiridos pela Região: bem localizados, com boas acessibilidades, próximo a comércio e serviços.
O líder madeirense sublinhou o facto de ser mais um empreendimento no regime de renda acessível. E enalteceu que está-se a prosseguir naquele que é o objetivo do Governo e da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, que é «continuar a garantir uma oferta de habitação para as famílias, para os jovens casais, a preços acessíveis». «É isso que vamos continuar a fazer», asseverou.
A propósito, lembrou que «os preços acessíveis variam em função do rendimento das famílias». «Nunca ultrapassam 30 a 35 por cento do rendimento disponível das famílias, ou seja, as rendas que são pagas são calculadas, após inscrição dos Miguel Albuquerque diz que ainda serão entregues mais 25 casas em Câmara de Lobos, no âmbito do PRR.
Para logo garantir que continuará a ser feita construção de habitação em Câmara de Lobos, porque «a Câmara está a fazer algumas casas e nós também».
«Vamos agora desenvolver, já a partir do mês de dezembro, o Fundo de Habitação, enquanto prosseguimos com a construção de habitação em todos os concelhos da Madeira», anunciou.
O líder madeirense recordou que estão em construção, neste momento, cerca de quase 200 casas, já fora do PRR.
Miguel Albuquerque diz que todo essa construção será prosseguida, «sobretudo através do Fundo, porque o Fundo permite a construção da habitação, com a cedência de terrenos e a redução do IVA, a preços acessíveis, sem comportar ou implicar da parte do Governo um esforço orçamental muito grande».
«Portanto, é uma forma muito inteligente de se conseguir continuar a construir a habitação a preços acessíveis na Madeira», considerou.
O governante anunciou ainda que estão quase em fase de adjudicação os 50 fogos atrás da APEL. «E vamos prosseguir agora também com um conjunto de cooperativas, sobretudo sectoriais», destacou ainda.
«A minha ideia é fazer como nós fizemos nos anos 90 e termos uma cooperativa de habitação, por exemplo, para as polícias ou para conjuntos segmentados de funcionários públicos que precisam de habitação», explicou.
E, a propósito, recordou que, na sua altura de presidente da CMF, «a Empresa de Eletricidade da Madeira fez um conjunto de fogos muito importantes, na Nazaré»,
«Acho que a habitação cooperativa é também uma solução e a nossa ideia é continuarmos a disponibilizar terrenos em boas zonas para a habitação cooperativa também prosseguir», reforçou.
Às famílias que agora receberam as casas, e que se fizeram representar na cerimónia, deixou os votos de maiores felicidades. E uma garantia: «Queremos continuar a fazer de Câmara de Lobos um concelho de excelência para a Habitação. Temos construído habitação e vamos continuar a fazê-lo em todas as freguesias».