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A Região Autónoma da Madeira apresenta já uma dinâmica e forte cultura de Economia Circular

O Governo Regional pretende que “a Agenda Regional para a Economia Circular seja um instrumento de planeamento”, que “reforce e impulsione a transição para uma economia regional que conserva e regenera, que repara e reutiliza, em vez de esgotar e descartar”. 04-11-2019 Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas
A Região Autónoma da Madeira apresenta já uma dinâmica e forte cultura de Economia Circular

A Secretária Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, Susana Prada, esteve na abertura da conferência ‘Ano OE para a Eficiência Material - Economia Circular’, no auditório do Museu Casa da Luz, organizada pela Ordem dos Engenheiros. Na sua intervenção, a governante explicou que o Governo Regional tem vindo a implementar um conjunto de medidas, em áreas estratégicas, “da maior importância”, casos dos recursos hídricos, biodiversidade e florestas, energia e turismo.


“Para a mitigação das alterações climáticas, a transição de uma Economia Linear (usar e deitar fora, para uma Economia Circular (reutilizar), terá de ser, obrigatoriamente, um objectivo mundial a curto prazo. A Região Autónoma da Madeira apresenta já uma dinâmica e forte cultura de Economia Circular”, garantiu.

O Governo Regional pretende que “a Agenda Regional para a Economia Circular seja um instrumento de planeamento”, que “reforce e impulsione a transição para uma economia regional que conserva e regenera, que repara e reutiliza, em vez de esgotar e descartar”.

Por outro lado, sendo “o sector da construção civil responsável por uma produção considerável de resíduos, nomeadamente de Construção e Demolição, importa prevenir a sua produção e incentivar a sua valorização, tendo em vista o fecho de ciclo dos materiais, reduzindo o seu envio para aterros”.

Importa também “priorizar a economia circular no ciclo urbano da água, passando, por exemplo, a gerir melhor a água que circula nas redes municipais, a água que circula nas nossas casas e a água residual tratada, que poderá ser reutilizada em fins compatíveis”.