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Museu Vicentes, totalmente reabilitado, abre as portas ao público

A intervenção, que ficou a cargo da Patriram, passou pela reabilitação geral do imóvel classificado, com o intuito de devolvê-lo à cidade transformando aquele espaço num museu condigno que possa mostrar todas as suas valências a todo o público que o visita. 29-07-2019 Secretaria Regional dos Equipamentos e Infraestruturas
Museu Vicentes, totalmente reabilitado, abre as portas ao público

Após um minucioso trabalho de reabilitação, o Museu Vicentes reabriu hoje ao público, numa cerimónia que contou com a presença do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.

A intervenção, que ficou a cargo da Patriram, passou pela reabilitação geral do imóvel classificado, com o intuito de devolvê-lo à cidade transformando aquele espaço num museu condigno que possa mostrar todas as suas valências a todo o público que o visita, eliminando-se as barreiras arquitetónicas a pessoas com capacidade de mobilidade condicionada.

Os principais objetivos da intervenção foram zelar pela manutenção do imóvel onde se encontrava instalada a “Photographia – Museu Vicentes”, contribuindo para a salvaguarda do património regional, criando espaços e acessos que possam permitir uma melhoria dos serviços de apoio aos visitantes, bem como aos serviços técnicos e administrativos, permitindo o desenvolvimento de ações ou eventos para captação de novos públicos.

Recorde-se que o Museu é composto por três edifícios distintos mas interligados e dois logradouros (pátios), com dimensões significativas e ajustadas às envolvências edificadas.

O programa funcional consistiu em adaptar a compartimentação pré-existente a diversos espaços com funções específicas e utilizar os logradouros como espaços públicos, com ambientes e vivências próprias.

No edifício central, voltou a ser instalado o Museu, preservado dentro da ótica de um estúdio fotográfico do século XIX, criando-se melhores condições de interligação com os edifícios circundantes. A intervenção no espaço circundante pretendeu conferir uma maior dignidade aos pátios existentes, funcionando o pátio principal (visível e acessível através da Rua da Carreira e Avenida Zarco) como um “elo de ligação” entre todas as atividades a serem desenvolvidas no novo museu.

Nesta obra, foi também garantida a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada a todos os espaços exteriores, bem como aos espaços expositivos e educativos dos pisos superiores.

Ao nível do rés do chão foi ainda criado um pequeno espaço de restauração e bebidas, com uma esplanada no logradouro.

A estratégia adotada foi intervir recuperando grande parte dos elementos existentes e intervir reabilitando, introduzindo melhores condições em termos de acessibilidades, vivência e segurança, respeitando o legado histórico e conferindo uma maior fluidez espacial ao conjunto.