Miguel Albuquerque enalteceu hoje o exemplar trabalho da PSP, e dos seus homens e mulheres, no desempenho das suas funções na Região, nomeadamente ao nível da segurança e proteção das populações.
Um exemplar trabalho e comportamento que, salientou, faz com que aquela força policial seja estimada pelos madeirenses e porto-santenses.
O presidente do Governo Regional falava na sessão solene comemorativa do 148.º aniversário do Comando Regional da PSP Madeira, no Museu de Imprensa da Madeira, em Câmara de Lobos.
Discursando na cerimónia, o governante lembrou que a PSP é um garante de um Estado de Direito, pelo que é necessário assegurar que as instituições de segurança tenham o seu suporte.
Neste sentido, garantiu todo o apoio do seu Governo à PSP, na linha do que sempre tem sido feito na Região, por si e pelo seu antecessor, Alberto João Jardim. «Sempre tivemos como princípio o suporte e confiança do meu governo. e do meu antecessor na Madeira, na PSP», enfatizou. E entre os apoios já concedidos lembrou a afetação de 40% das verbas das coimas aplicadas na Região pela PSP para o uso da própria polícia, como tem sido exemplo a compra de viaturas e equipamentos diversos para a própria polícia.
Entre os apoios mais recente, lembrou o financiamento pela Região, em 2022, da aquisição de 12 veículos de patrulhamento e de outras quatro viaturas. E, em 2023, exemplificou, o Governo Regional apoiou a renovação de equipamentos informáticos.
Este ano, anunciou, ao abrigo desse protocolo entre a Região e a PSP, serão financiadas mais 20 viaturas e equipamento informático.
Outra preocupação de Miguel Albuquerque prende-se com as condições das esquadras de polícia na Região. Perante a plateia onde predominavam agentes policiais, o governante voltou a defender uma necessidade imperiosa de se avançar para a solução gradual, mas efetiva das esquadras de polícia.
A propósito, reiterou que a Região está disponível para colaborar nessa solução, apontando, como exemplo, o caso da esquadra do Porto Santo, um dos casos mais preocupantes de falta de condições, e onde o Governo Regional tem terreno disponível para se fazer ali «uma esquadra de raiz, para acompanhar o forte desenvolvimento que temos tido, também naquela ilha».
Uma intervenção que, advogou, deve ainda estender-se a outras esquadras degradadas na Região, como são os casos da Ponta do Sol (com solução já encaminhada), Machico e Santa Cruz.
Isto de modo a garantir, sublinhou, as melhores condições de funcionamento, mas também de serviço, às forças de segurança e aos seus agentes.
Paralelamente, alertou ainda para aquilo que considera de desinformação sobre a insegurança no País e na Região. Nesse sentido, exortou: «Temos de ter a capacidade efetiva, através de discurso claro, de desmistificar alguma da informação que vem sendo divulgada», muito delas para criar alarme e receio junto da população. Assim, avisou, que o seu Governo não embarca no discurso da insegurança.