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Geossítio do mês | PSt04 - Pico de Ana Ferreira | Categoria temática: Vulcanologia

Concelho: Porto Santo | Área do local: 0.1 -10 ha | Coordenadas(1):33°02'57.80'' N 16°22'03.69'' W | Altitude: 118 m | Acessibilidade: fácil | Distância à estrada asfaltada mais próxima: 144 m | Condições de observação: boas 11-07-2017 Administração Pública do Porto Santo
Geossítio do mês | PSt04 - Pico de Ana Ferreira | Categoria temática: Vulcanologia

De um ponto de vista geomorfológico, o Pico de Ana Ferreira corresponde a um relevo circunscrito que se destaca na paisagem do Porto Santo, apresentando uma forma alongada, com cerca de 1.100 metros de extensão e uma altitude de 288 metros. Esta crista corresponde a um relevo residual de dureza que evoluiu por processos de erosão diferencial que atuaram sobre um dique de mugearito, datado do Miocénico Médio (12,7/12,5 Ma). As rochas encaixantes são depósitos vulcanoclásticos submarinos (hialoclastitos) e lavas submarinas pertencentes à Unidade Inferior (fase de montanha submarina), que estão muito alterados e, consequentemente, são mais facilmente erodidos.

De um ponto de vista vulcanológico, destaca-se neste geossítio a estrutura colunar, também denominada por disjunção prismática, e que torna este pico um local de referência nacional. As colunas apresentam alinhamento e secção variáveis, mas maioritariamente hexagonal ou pentagonal. O edifício vulcânico do Pico de Ana Ferreira não apresenta, atualmente, qualquer vestígio da sua forma original, uma vez que os materiais que o constituíam foram destruídos pela erosão, encontrando-se exposta a conduta vulcânica (dique).7


Notas relevantes | Recomendações:
A visita ao local de interesse geológico é da inteira responsabilidade do utilizador.
O utilizador deve tomar as devidas precauções quando visita o local, tendo em atenção as condições  do terreno,  condições climatéricas e outros perigos, para que não se criem situações que coloquem a sua integridade e a de outros em risco.
O utilizador deve respeitar a propriedade privada. O acesso a zonas privadas requer autorização prévia dos proprietários.
O utilizador deve respeitar o património natural mantendo-o intacto.  O impacto das suas ações deve ser mínimo.

Fonte: geodiversidade.madeira.gov.pt | Foto: DRAPS_GOV


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