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Acordo entre ABM e Diocese reforça património arquivístico regional
Protocolo assinado ontem vem formalizar apoio técnico que o ABM tem vindo a prestar desde 1997
20-04-2017
Economia, Turismo e Cultura
O acordo assinado ontem entre ABM – Arquivo Regional e Biblioteca Pública da Madeira e a Diocese do Funchal vem sobretudo reforçar o património arquivístico regional. O Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, que esteve presente na cerimónia de celebração do protocolo aproveitou a ocasião para enaltecer o trabalho que tem vindo a ser realizado pelo ABM e que tem sido reconhecido pela crescente procura por parte da população, não só em termos de utilizadores, como também no que concerne as doações feitas. O governante referiu que o acordo oficializado com a Diocese “reafirma uma função diversa, mas igualmente útil e necessário à sociedade”.
Explicando que o património documental religioso tem uma utilidade transversal a toda a existência humana, até porque “foi através da Igreja que chegam até nós os registos de batismo e casamento e que nos permitem hoje conhecer toda a história da presença humana na Região”, Eduardo Jesus sublinha que “sem o contributo, sem a preservação por parte da Igreja de todo este património, nós hoje teríamos perdido o nosso passado, as referências das nossas memórias e seriamos um povo bastante mais pobre”.
Desta forma, “a possibilidade de manter este património, na propriedade de quem o tem, através de uma intervenção desta casa [ABM], de profissionais habilitados para executar este trabalho de conhecimento, catalogação, inventariação e até disponibilização de informação, constitui outra forma de intervir do ABM que eu gostaria de enaltecer”.
O acordo ontem assinado e que vem formalizar um apoio técnico que o ABM tem vindo a prestar desde 1997 ao Arquivo da Diocese, vai permitir que a partir de agora, dos inventários do ABM, passe a constar informação relacionada sobre o que se encontra no arquivo da Diocese.
“Há uma garantia de continuidade deste trabalho que é um aspeto que vai permitir a pesquisa histórica e eclesiástica na Região e permitir também que se faça a História da Diocese do Funchal, que não é só religiosa mas tem uma grande importância social e cultural”, referiu ainda o governante
Até 2020, prevê-se a “elaboração de vários instrumentos descritivos como o Arquivo do Episcopado e dos Bispos do Século XVI até ao Século XIX e o Arquivo do Cabido da Sé e do Colégio dos Jesuítas. São áreas fundamentais que permitem cobrir temporalmente e geograficamente toda a nossa História”, concluiu Eduardo Jesus.
O vigário geral da Diocese, cónego Fiel de Sousa, referiu ainda que a Diocese não quer arquivos mortos. “Queremos ter pessoas que trabalhem, que dêem vida a este mesmo Arquivo”, afirmou. “Naturalmente, isto só se pode fazer através de pessoas competentes que tenham os meios técnicos e, como sabemos, aqui [ABM] é feito conforme a norma internacional de descrição arquivística”. No entanto “há sempre uma identidade e uma autonomia que têm de ser respeitadas porque, naturalmente, cada arquivo nasce de uma realidade própria. A cultura, antes de ser universal, foi particular”, acrescentou.
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