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Candidatura da Região a obra de falso túnel aprovada
A Madeira viu aprovada candidatura que vai permitir construção de falso túnel na Ribeira de João Gomes.
07-03-2018
Equipamentos e Infraestruturas
A candidatura da Região com vista ao financiamento da empreitada de construção das estruturas de proteção dos acessos à via rápida a partir da ribeira de João Gomes (ER 118) e dos Viveiros foi aprovada no passado dia 28 de fevereiro e desse facto dado conhecimento hoje à Secretaria Regional dos Equipamentos e Infraestruturas.
O montante global da empreitada foi considerado totalmente elegível, o que é uma excelente notícia para a Região, conforme sublinha, ao JM, o secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, sendo a taxa de cofinanciamento de 85%, ou seja a máxima admissível. O que equivale a dizer que a RAM só entrará com 15% dos 13,5 milhões de euros que custará a empreitada, ou seja cerca de dois milhões de euros.
Se tudo correr conforme o normal, a adjudicação deverá acontecer, conforme perspetiva Amílcar Gonçalves, até finais deste primeiro semestre, com a obra a ir para o terreno até ao final do ano.
Por outro lado, sete empresas candidataram-se ao concurso para a empreitada de construção das proteções nos acessos à via rápida a partir da Ribeira de João Gomes e dos Viveiros. No primeiro dos casos será construído uma galeria (“falso túnel”).
As empresas ou consórcios que se candidataram foram os seguintes: CONDURIL-ENGENHARIA, SA; Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA, Tecnovia - Sociedade de Empreitadas, SA; OPWAY - Engenharia, SA., GEOPWAY - Fundações e Geotecnia, Lda.; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A., Construtora do Tâmega Madeira SA.; Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; Andrade Gutierrez - Europa, África, Ásia, S.A.; MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A.
Neste momento, estamos em fase de pré-classificação, ou seja, de análise das sete candidaturas, para verificar se todas elas cumprem os pressupostos, para depois então avançar para o convite às empresas que forem classificadas para apresentarem as devidas propostas.
Recorde-se que o acesso à via rápida na Ribeira de João Gomes será intervencionado, construindo-se uma galeria que vai proteger toda aquela área da queda de pedras. É a solução encontrada pelo Governo Regional para fazer face à instabilidade dos taludes sobranceiros à Estrada Regional 118, na zona entre o nó da Pestana Júnior e a Rua Ernesto Sena Oliveira.
A obra faz parte de uma empreitada composta por duas obras: a de proteção do acesso à via rápida na Ribeira de João Gomes e que terá custo de 13,3 milhões de euros e uma outra de proteção da encosta sobranceira ao lado este do túnel Dr. João Abel de Freitas, nos Viveiros, orçada em 150 mil euros.
No global, a empreitada ascende a cerca de 13,5 milhões de euros.
Para a consolidação da escarpa dos Viveiros o prazo de conclusão é de quatro meses, enquanto que para a da Ribeira de João Gomes é de 10 meses.
Recorde-se que ambos os taludes foram seriamente afetados na sequência dos incêndios de agosto de 2016. E são sobranceiros a duas das principais entradas/saídas do Funchal.
O acesso a partir da Ribeira João Gomes está, neste momento, condicionado ao trânsito (só uma via no sentido ascendente) e a solução agora encontrada garante a segurança e, ao mesmo tempo, terá um impacto paisagístico reduzido, até porque um dos lados do túnel será aberto, numa espécie de galeria, permitindo uma visão da paisagem para norte.
A estrutura de proteção (uma espécie de túnel aberto num dos lados) contra a queda de blocos na ER118 desenvolve-se ao longo de ambas as margens da Ribeira João Gomes. Na vertente da margem esquerda, a estrutura desenvolve-se durante 92,192 metros. Na vertente da margem direita, a estrutura desenvolve-se num comprimento de 230,680 metros.
A solução estrutural adotada permitirá reduzir o risco de a estrada poder vir a ser novamente afetada por despreendimentos rochosos das vertentes como, ainda, minimizar as dificuldades associadas aos trabalhos de construção e de manutenção.
Na zona dos Viveiros, na parte superior da escarpa onde foram construídos os emboquilhamentos do lado Este do túnel Dr. João Abel de Freitas da via rápida, haverá também uma intervenção, a incidir sobre um conjunto de muros em pedra seca situados acima da cota 187, numa extensão aproximada de 60 metros.
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