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Manutenção da Polícia Florestal na Região foi uma decisão sábia
Presidente do Governo fala em trabalho imprescindível na preservação do património natural realizado na Região por um corpo de polícia extinto no Continente em 2005
08-03-2019
Presidência
Um trabalho importante e imprescindível ao bem-estar comum. As palavras iniciais, dirigidas pelo Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, aos elementos do Corpo de Polícia Florestal da Região Autónoma da Madeira, por ocasião do 106º aniversário daquele corpo de polícia, reportam-se igualmente à decisão sábia do executivo madeirense de manter a Polícia Florestal, um corpo extinto no Continente em 2005.
“O legado desta polícia é um legado de honra, de trabalho, de determinação na preservação, prevenção e salvaguarda daquele que é um património natural essencial a nível nacional, regional e europeu e que temos o imperativo ético de legar às novas gerações”, indicou o governante.
“O trabalho muitas vezes pouco conhecido destes homens. Um trabalho muitas vezes solitário e em condições adversas é digno de ser louvado. E é digno também de ser conhecido”, prosseguiu.
Miguel Albuquerque abordou também um conjunto de mudanças importantes e imprescindíveis levadas a cabo pelo Governo Regional, tendo em vista a operacionalidade, o funcionamento e conforto do corpo de polícia, nomeadamente a renovação de onze postos florestais e seis torres de vigilância, estas últimas, essenciais à detecção de ignições e incêndios.
Paralelamente, o líder do executivo aludiu ainda à justa melhoria da situação profissional daqueles efetivos com a aprovação, em 2018, do regulamento do horário de trabalho, com suplemento remuneratório, lançando para o próximo ano a aprovação do estatuto e a revisão da carreira especial da Polícia Florestal.
Miguel Albuquerque endereçou uma palavra de agradecimento às famílias dos guardas-florestais que, por imperativos profissionais, muitas vezes estão ausentes do seio familiar durante vários dias.
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