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Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 aponta o exemplo da Madeira na aquacultura

O Secretário Regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, convida a população da Madeira e Porto Santo a participar com contributos na discussão pública da Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030, que decorre até ao dia 2 de novembro, e lembra um excerto do documento com referências à aquacultura que se faz na Madeira, referindo que a "maturidade" e o "conhecimento adquirido" com o projeto regional devem ser "valorizados e capitalizados". 01-10-2020 Mar e Pescas
Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 aponta o exemplo da Madeira na aquacultura

“O reforço da aquicultura offshore, já realizada na Região Autónoma da Madeira com maturidade, é uma das linhas de atuação a prosseguir, valorizando e capitalizando o conhecimento adquirido e promovendo efeitos de arrastamento para outros setores, como o turismo e outras atividades.”

 

Este excerto retirado do documento Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030, que se encontra em discussão pública até 2 de novembro, foi destacado pelo Secretário regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, como exemplo de que, para o Governo da República, os mais de 20 anos de experiência da Região, nesta área da produção, “são para prosseguir” porque proporcionaram conhecimento que deve ser “valorizado e capitalizado”.

 

“Há vários anos que o Governo Regional estabeleceu as áreas para a produção de aquacultura”, recorda o governante, desmistificando a ideia de que a aquacultura é uma aposta recente. “Há questões que podem ser melhoradas, mas o mais importante para o Governo Regional é desenvolver um plano de ações de sensibilização junto das populações para que tenhamos dados mais concretos e as empresas possam aderir, criar emprego, riqueza e valor porque a Madeira é parca em recursos naturais”.

 

Teófilo Cunha convida a população da Madeira a participar e a dar os seus contributos para o “enriquecimento” da Estratégia Nacional para o Mar, lembrando que este “é o tempo para o exercício da cidadania” e depois será “o tempo de quem governa tomar as decisões adequadas, sem ruídos despropositados ou opiniões sem suporte científico”.

 

O titular do Mar e Pescas aproveita para dizer que uma das prioridades do documento que se encontra em discussão pública é a ciência e a inovação, precisamente para que “as decisões de quem governa sejam servidas e suportadas por uma ciência de excelência ao serviço do desenvolvimento da economia azul, da salvaguarda e do restauro dos ecossistemas marinhos e costeiros”.

 

Em muitas das áreas orientadores do documento, o Governo Regional apresenta trabalho, tais como na aquacultura, nas reservas marinhas, na preservação dos ecossistemas marinhos, no mapeamento do oceano, na pesquisa, exploração e preservação. Outra área onde a Madeira há muito que mostra trabalho feito, é na educação e literacia do Mar.  

 


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