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Democratização no acesso a bens e serviços

O secretário regional da Economia, Rui Barreto, disse, esta quarta-feira, que o fim do “geoblocking”, que surge graças à iniciativa da Assembleia Legislativa da Madeira, acaba por ser uma democratização do acesso dos madeirenses e açorianos a bens e serviços em pé de igualdade com os restantes cidadãos nacionais a residir no continente. 12-05-2022 Economia
Democratização no acesso a bens e serviços

Agora, disse Rui Barreto, os madeirenses e porto-santenses, assim como os açorianos, poderão encomendar produtos e serviços e recebê-los em sua casa, sem qualquer tipo de discriminação, o que não acontecia em algumas plataformas de vendas online, ou plataformas de compras através da internet, que excluíam as entregas nas duas regiões autónomas.
Rui Barreto, que falava numa conferência sobre “Geoblocking”, que decorreu no auditório da Reitoria da Universidade da Madeira e que foi promovida pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Autoridade Regional das Atividades Económicas (ARAE) e Inspeção Regional das Atividades Económicas (IRAE), disse que este foi um importante passo, não apenas para compras no exterior, mas também para as vendas.
Tal como afirmou, da mesma forma que podermos adquirir, no exterior, bens e serviços, as empresas regionais têm também a oportunidade para venderem os seus produtos ou serviços a pessoas que se encontrem noutro país, ou até noutro continente, dando como exemplo o Bordado Madeira, ou outros bens produzidos na Região.
A este propósito, o governante aproveitou para referir, também, que no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência o Governo Regional “está a preparar um projeto para todo o comércio da Região Autónoma da Madeira, em especial para que as pequenas empresas, possam arrancar com este processo de transição para o mundo digital”.


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